Festa da Unidade
Já são mais de três décadas em que, no primeiro fim-de-semana de Agosto, se realiza a Festa da Unidade em São Pedro da Cova. Esta tradicional festa do PCP em Gondomar, contou, mais uma vez, nos dias 1 e 2 de Agosto, com a presença de centenas de militantes e amigos.
A noite de fado, quase tão tradicional como a própria festa em si, inaugurou as actuações, na sexta feira, no palco pequeno (que, na noite seguinte, acolheria uma apresentação teatral, levada à cena pela associação ACGITAR). No mesmo dia, no palco principal, fizeram-se ouvir e sentir os ritmos de Cuba através da música dos Cubanitos 100%, banda que alegrou a noite, apesar do arrefecimento da temperatura e da ameaça de chuva.
Ao lado da muito solicitada tômbola do «sai sempre», encontrava-se uma banca da JCP, onde se vendia o AGIT, pin's, entre outros materiais. Junto ao palco secundário estava patente uma exposição dedicada ao escritor comunista Soeiro Pereira Gomes.
A noite de sábado, no que toca a espectáculos, começou com uma actuação dos Synchronized System, aos quais se seguiu Jorge Lomba. O momento musical de sábado foi temporariamente interrompido para as intervenções políticas. Ao palco foram chamados Daniel Vieira, responsável pela organização local do PCP e candidato à Assembleia de Freguesia; Cristina Nogueira, candidata à Câmara de Gondomar; e Honório Novo, deputado e cabeça de lista às próximas eleições legislativas.
Após realçar o empenho que permite construir e fazer funcionar a Festa da Unidade, Daniel Vieira afirmou: «Unidade porque é de facto uma bandeira que queremos manter e preservar» e que, considerou, está bem patente naquele convívio fraterno. Unidade essa que deve ser visível também «na luta e no combate político».
Cristina Nogueira lembrou que «São Pedro da Cova é uma terra com história de luta e resistência» onde se «soube sempre defender a justiça e o trabalho e se lutou contra a exploração». A candidata lamentou que aquele concelho seja associado, por muita gente, a «expressões como corrupção, compadrio, abuso de poder».
Já Honório Novo realçou que a festa «não se faz por causa das eleições», antes se insere na actividade normal do Partido. Após lembrar a aprovação do projecto de resolução do PCP para a classificação do couto mineiro da região, sem os votos do PS, alertou para a necessidade de recorrer sempre à memória. Recordando a promessa do PS, em 2005, de criar 150 mil empregos, afirmou: «Nós sabemos o que valem as promessas do PS.»
A noite de fado, quase tão tradicional como a própria festa em si, inaugurou as actuações, na sexta feira, no palco pequeno (que, na noite seguinte, acolheria uma apresentação teatral, levada à cena pela associação ACGITAR). No mesmo dia, no palco principal, fizeram-se ouvir e sentir os ritmos de Cuba através da música dos Cubanitos 100%, banda que alegrou a noite, apesar do arrefecimento da temperatura e da ameaça de chuva.
Ao lado da muito solicitada tômbola do «sai sempre», encontrava-se uma banca da JCP, onde se vendia o AGIT, pin's, entre outros materiais. Junto ao palco secundário estava patente uma exposição dedicada ao escritor comunista Soeiro Pereira Gomes.
A noite de sábado, no que toca a espectáculos, começou com uma actuação dos Synchronized System, aos quais se seguiu Jorge Lomba. O momento musical de sábado foi temporariamente interrompido para as intervenções políticas. Ao palco foram chamados Daniel Vieira, responsável pela organização local do PCP e candidato à Assembleia de Freguesia; Cristina Nogueira, candidata à Câmara de Gondomar; e Honório Novo, deputado e cabeça de lista às próximas eleições legislativas.
Após realçar o empenho que permite construir e fazer funcionar a Festa da Unidade, Daniel Vieira afirmou: «Unidade porque é de facto uma bandeira que queremos manter e preservar» e que, considerou, está bem patente naquele convívio fraterno. Unidade essa que deve ser visível também «na luta e no combate político».
Cristina Nogueira lembrou que «São Pedro da Cova é uma terra com história de luta e resistência» onde se «soube sempre defender a justiça e o trabalho e se lutou contra a exploração». A candidata lamentou que aquele concelho seja associado, por muita gente, a «expressões como corrupção, compadrio, abuso de poder».
Já Honório Novo realçou que a festa «não se faz por causa das eleições», antes se insere na actividade normal do Partido. Após lembrar a aprovação do projecto de resolução do PCP para a classificação do couto mineiro da região, sem os votos do PS, alertou para a necessidade de recorrer sempre à memória. Recordando a promessa do PS, em 2005, de criar 150 mil empregos, afirmou: «Nós sabemos o que valem as promessas do PS.»