CIA financia separatistas
Os motins ocorridos na região de Xinjiang no início do mês de Julho foram promovidos por forças separatistas, disse o vice-ministro da Comissão Estatal de Relações Étnicas da China, Wu Shimin. Na entrevista, o responsável garantiu que o governo vai continuar a responder positivamente às justas exigências das diferentes comunidades do território, mas, acrescentou os intentos secessionistas «jamais serão concretizados».
As declarações de Shimin foram divulgadas depois de o órgão central do Partido Comunista Chinês ter denunciado os EUA e a Alemanha como apoiantes de longa data dos separatistas num território cujo PIB cresceu mais de 85 vezes face a 1952.
A sustentar esta acusação, o Diário do Povo lembra as declarações do porta-voz do departamento de Estado, Ian kelly, que admitiu, uma semana depois dos incidentes, que o Congresso Mundial Uygur (CMU), cuja sede é em Munique, na Alemanha, recebeu recentemente uma doação de 200 mil dólares do Congresso norte-americano.
A este financiamento, há que somar as centenas de milhares de dólares doados anualmente pela CIA não apenas ao CMU, mas também à Associação Americana-Uyghur e à Fundação Uyghur para a Democracia e os Direitos Humanos, todas controladas por Rebiyah Kadheer, uma próspera empresária daquela minoria étnica estabelecida em Washington.
Os financiamentos dos serviços secretos aos separatistas uyghures superam, desde 2007, os destinados ao movimento homólogo tibetano, embora este, tal como os auto-intitulados separatistas mongóis, tenham laços e objectivos comuns: retalhar a China e permitir que o imperialismo se apodere das regiões mais ricas em recursos naturais.
As declarações de Shimin foram divulgadas depois de o órgão central do Partido Comunista Chinês ter denunciado os EUA e a Alemanha como apoiantes de longa data dos separatistas num território cujo PIB cresceu mais de 85 vezes face a 1952.
A sustentar esta acusação, o Diário do Povo lembra as declarações do porta-voz do departamento de Estado, Ian kelly, que admitiu, uma semana depois dos incidentes, que o Congresso Mundial Uygur (CMU), cuja sede é em Munique, na Alemanha, recebeu recentemente uma doação de 200 mil dólares do Congresso norte-americano.
A este financiamento, há que somar as centenas de milhares de dólares doados anualmente pela CIA não apenas ao CMU, mas também à Associação Americana-Uyghur e à Fundação Uyghur para a Democracia e os Direitos Humanos, todas controladas por Rebiyah Kadheer, uma próspera empresária daquela minoria étnica estabelecida em Washington.
Os financiamentos dos serviços secretos aos separatistas uyghures superam, desde 2007, os destinados ao movimento homólogo tibetano, embora este, tal como os auto-intitulados separatistas mongóis, tenham laços e objectivos comuns: retalhar a China e permitir que o imperialismo se apodere das regiões mais ricas em recursos naturais.