Com toda a confiança!
Três semanas depois das eleições para o Parlamento Europeu, os seus resultados continuam a marcar a agenda política. Tal acontece porque uns, como é o caso do PSD, cavalgando em cima dos resultados que obteve, tenta fazer crer que é a alternativa, quando de facto o que pretende é ser alternância, e outros, como é o caso do PS – e do primeiro-ministro –, tentam ajeitar-se, procurando, com uma operação plástica e uns retoques de cosmética, conseguir de novo enganar o povo. Na verdade uns e outros são vinho da mesma cepa, separados apenas por rótulos diferentes mas com o mesmo sabor e efeito desde há mais de trinta anos.
O resultado eleitoral e a capacidade de mobilização de massas do PCP e da CDU incomodam o grande capital
Efeito medido pelo tempo em que uns e outros estiveram no poder, com ou sem CDS-PP, alternando-se na aplicação das decisões tomadas pelos reais mandantes, que são os senhores do capital e a grande burguesia. Por isso os analistas políticos ao seu serviço não podem, como é inevitável, tirar outra ilação de uma conclusão previamente tirada por quem realmente decide que não seja a alternância entre PS e PSD. Porque estes são os principais executores das políticas que têm servido os seus interesses e estes não encontraram ou não conseguiram ainda impor (porque nós não deixamos) outras fórmulas que não passem pela manutenção de um sistema de alternância no poder.
Só que a realidade vai muito para além da vontade e opinião daqueles que, detendo o capital, mandam no poder político e nos média. Ou seja, o povo que sofre as consequências da política de direita pode muito e quando se une e luta é capaz de contrariar aqueles que podendo muito não podem tudo.
A verdade é que independentemente da vontade do grande capital a vida é dinâmica e integra a contradição da existência de uma força que se opõe à sua política, que luta e intervém com a determinação e a confiança de quem sabe que transporta consigo um projecto de mudança e alternativa que, partindo dos valores e ideais de Abril, projecta uma vida melhor para quem trabalha e para quem nada tem.
E é por saberem que o PCP é a força que realmente se opõe, que a CDU é uma força imensa que congrega forças e vontades que se cruzam todos os dias na luta pelo direito ao emprego e ao emprego com direitos, por salários que garantam não só a sobrevivência dos produtores da riqueza do País – os trabalhadores – mas a melhoria efectiva das suas condições de vida, pelo desenvolvimento do aparelho produtivo e em defesa dos serviços públicos, pelo respeito pela Constituição da República, ao fim e ao cabo que luta por uma mudança real de rumo para o nosso País, que eles os não suportam.
PCP é o futuro
É por isso que os média, dominados e controlados pelos interesses da burguesia vigente, recorrendo aos argumentos mais vis e anticomunistas, atacam o PCP e a CDU, escondem, caricaturam e desvirtuam a sua imagem e as suas propostas de ruptura com os interesses instalados.
É por isso também que, sentindo-se incomodados pelo seu extraordinário resultado eleitoral e pela sua capacidade de mobilização de massas, como tão intensamente o demonstraram as Marchas «Liberdade e Democracia!» e «Protesto, Luta e Confiança!» – que envolveram milhares de democratas, combatentes do presente e construtores do futuro –, escondem e desvalorizam a força que une, resiste e luta todos os dias nas fábricas, nas empresas, nos campos em todos os locais onde se atacam os direitos e a dignidade dos que menos têm e podem – o PCP –, elegendo e projectando mediaticamente a social-democracia integrada e integrante do sistema capitalista, disfarçada de moderna e radical, como é o caso do BE.
É aliás sintomático que a social-democracia «moderna» que não quer mudar o sistema mas com ele conviver utilize, tal como no passado o PS utilizou para tentar enganar os construtores da história e atrasar a inevitável ruptura, a expressão socialismo. É caso para dizer que bem podem os senhores do capital, utilizando todos os meios ao seu dispor, incluindo a social-democracia, continuar a querer atrasar o avanço e o progresso, que a sua derrota é inevitável.
Esta força que resiste e luta há 88 anos pela liberdade, a democracia e o socialismo, que perante tão escandaloso aumento da exploração diz «basta de injustiças!», que se afirma como uma força a crescer, que dá confiança a uma vida melhor – o PCP e a coligação que integra, a CDU – é pois, de facto, uma força de futuro e com futuro e a única que está em condições de conduzir a luta por uma política alternativa e uma alternativa política.
Só que a realidade vai muito para além da vontade e opinião daqueles que, detendo o capital, mandam no poder político e nos média. Ou seja, o povo que sofre as consequências da política de direita pode muito e quando se une e luta é capaz de contrariar aqueles que podendo muito não podem tudo.
A verdade é que independentemente da vontade do grande capital a vida é dinâmica e integra a contradição da existência de uma força que se opõe à sua política, que luta e intervém com a determinação e a confiança de quem sabe que transporta consigo um projecto de mudança e alternativa que, partindo dos valores e ideais de Abril, projecta uma vida melhor para quem trabalha e para quem nada tem.
E é por saberem que o PCP é a força que realmente se opõe, que a CDU é uma força imensa que congrega forças e vontades que se cruzam todos os dias na luta pelo direito ao emprego e ao emprego com direitos, por salários que garantam não só a sobrevivência dos produtores da riqueza do País – os trabalhadores – mas a melhoria efectiva das suas condições de vida, pelo desenvolvimento do aparelho produtivo e em defesa dos serviços públicos, pelo respeito pela Constituição da República, ao fim e ao cabo que luta por uma mudança real de rumo para o nosso País, que eles os não suportam.
PCP é o futuro
É por isso que os média, dominados e controlados pelos interesses da burguesia vigente, recorrendo aos argumentos mais vis e anticomunistas, atacam o PCP e a CDU, escondem, caricaturam e desvirtuam a sua imagem e as suas propostas de ruptura com os interesses instalados.
É por isso também que, sentindo-se incomodados pelo seu extraordinário resultado eleitoral e pela sua capacidade de mobilização de massas, como tão intensamente o demonstraram as Marchas «Liberdade e Democracia!» e «Protesto, Luta e Confiança!» – que envolveram milhares de democratas, combatentes do presente e construtores do futuro –, escondem e desvalorizam a força que une, resiste e luta todos os dias nas fábricas, nas empresas, nos campos em todos os locais onde se atacam os direitos e a dignidade dos que menos têm e podem – o PCP –, elegendo e projectando mediaticamente a social-democracia integrada e integrante do sistema capitalista, disfarçada de moderna e radical, como é o caso do BE.
É aliás sintomático que a social-democracia «moderna» que não quer mudar o sistema mas com ele conviver utilize, tal como no passado o PS utilizou para tentar enganar os construtores da história e atrasar a inevitável ruptura, a expressão socialismo. É caso para dizer que bem podem os senhores do capital, utilizando todos os meios ao seu dispor, incluindo a social-democracia, continuar a querer atrasar o avanço e o progresso, que a sua derrota é inevitável.
Esta força que resiste e luta há 88 anos pela liberdade, a democracia e o socialismo, que perante tão escandaloso aumento da exploração diz «basta de injustiças!», que se afirma como uma força a crescer, que dá confiança a uma vida melhor – o PCP e a coligação que integra, a CDU – é pois, de facto, uma força de futuro e com futuro e a única que está em condições de conduzir a luta por uma política alternativa e uma alternativa política.