Conquistar uma vida digna
Cerca de duzentos delegados, representando mais de uma centena e meia de associações de reformados, participaram, domingo, no Seixal, no VI Congresso Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos, realizado sob o lema «Novo na defesa dos direitos dos reformados – reforçar o Murpi». Para além dos participantes, assistiram aos trabalhos mais de 300 convidados.
Em declarações ao Avante!, Casimiro Menezes, da direcção do Murpi, valorizou a participação dos delegados e convidados, que «ultrapassou as expectativas». Para além das intervenções centrais, os discursos dos delegados deram uma grande «vivacidade ao debate», acrescentou o dirigente.
Em debate no congresso esteve o Programa de Acção, onde era feita uma análise à situação do País, marcada pelo brutal agravamento das condições de grande parte dos 3,3 milhões de reformados, pensionistas e idosos existentes no País. No documento, avançava-se com a necessidade de promover novas políticas, capazes de inverter a situação – nomeadamente valorizando as reformas e pensões, promovendo um envelhecimento saudável, criando uma planificada rede de apoio social de acordo com as necessidades existentes, promovendo a cultura e a aprendizagem ao longo da vida.
Foi ainda reafirmada a exigência do reconhecimento, pelo Estado, da Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos/Murpi, com parceiro social.
Aprovada foi também uma declaração de direitos dos reformados. Entre estes direitos, o Murpi salienta os direitos a ser respeitado na sua dignidade, à autonomia e à protecção social. As quatro moções igualmente aprovadas pelos delegados relacionavam-se com a saúde, segurança social, paz e com o ciclo eleitoral, apelando a confederação ao voto nas forças que desde sempre apoiaram esta importante camada social.
A nova direcção do Murpi foi eleita por uma larga maioria. Doze dos dirigentes eleitos transitam da anterior direcção, enquanto que onze entraram de novo.
Em declarações ao Avante!, Casimiro Menezes, da direcção do Murpi, valorizou a participação dos delegados e convidados, que «ultrapassou as expectativas». Para além das intervenções centrais, os discursos dos delegados deram uma grande «vivacidade ao debate», acrescentou o dirigente.
Em debate no congresso esteve o Programa de Acção, onde era feita uma análise à situação do País, marcada pelo brutal agravamento das condições de grande parte dos 3,3 milhões de reformados, pensionistas e idosos existentes no País. No documento, avançava-se com a necessidade de promover novas políticas, capazes de inverter a situação – nomeadamente valorizando as reformas e pensões, promovendo um envelhecimento saudável, criando uma planificada rede de apoio social de acordo com as necessidades existentes, promovendo a cultura e a aprendizagem ao longo da vida.
Foi ainda reafirmada a exigência do reconhecimento, pelo Estado, da Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos/Murpi, com parceiro social.
Aprovada foi também uma declaração de direitos dos reformados. Entre estes direitos, o Murpi salienta os direitos a ser respeitado na sua dignidade, à autonomia e à protecção social. As quatro moções igualmente aprovadas pelos delegados relacionavam-se com a saúde, segurança social, paz e com o ciclo eleitoral, apelando a confederação ao voto nas forças que desde sempre apoiaram esta importante camada social.
A nova direcção do Murpi foi eleita por uma larga maioria. Doze dos dirigentes eleitos transitam da anterior direcção, enquanto que onze entraram de novo.