Outro rumo para Braga
A CDU é, mais do que uma garantia democrática, um acto de doação à causa pública e uma luz da esperança mobilizadora que importa revigorar através dos eleitores. Em Braga não é diferente.
A CDU é portadora de um projecto sólido
No passado dia 14 de Abril, foram apresentados os candidatos da CDU à Câmara, António Rodrigues Dias, e Assembleia Municipal de Braga, Carlos Almeida. Esta iniciativa contou com a presença de João Frazão, membro da Comissão Política do Comité Central do PCP.
«A primeira questão que se coloca é o que move estes dois candidatos? Porque aceitaram eles o desafio de dar a cara pelo projecto da CDU? Para a sua projecção não foi com certeza, que em outros lados teriam mais holofotes e atenções», afirmou João Frazão, respondendo: «Fazem-no, em primeiro lugar, por amor à terra que fizeram sua; porque estão empenhados numa mudança de rumo na política autárquica».
Na sua intervenção, o dirigente comunista lembrou ainda que, nas próximas eleições para o Parlamento Europeu, Assembleia da República e Autárquicas, o voto na CDU «é a melhor garantia de defesa dos interesses e da soberania nacional». «Temos uma oportunidade de ouro de dizer basta de tanta injustiça, de tanto desemprego, de tanta exploração, de tanta corrupção», sublinhou, apelando à participação de todos na «Marcha de Protesto» que o PCP vai realizar, dia 23 de Maio, em Lisboa.
Por seu lado, António Rodrigues Dias, candidato à autarquia, acentuou «os sinais dos anseios de muitos milhares de cidadãos bracarenses por uma mudança de gestão na Câmara de Braga».
«Chegámos, talvez, a um ponto crítico em que uma gestão, um estilo e um modelo muito personalizados e já gastos, gastaram definitivamente a paciência e esperança de muitos bracarenses. Mas é uma ilusão pensar que uma ruptura, a mudança que Braga necessita, se dará simplesmente com uma eventual mudança de maioria», advertiu, lembrando que «o que efectivamente marcará e pesará para essa mudança é o peso da CDU na gestão municipal, qualquer que seja a maioria».
«A presença da CDU na Câmara de Braga, por vontade do voto popular, foi sempre um factor de enriquecimento da qualidade da gestão autárquica», disse ainda António Rodrigues Dias.
Carlos Almeida, candidato à Assembleia Municipal, defendeu, de igual forma, que a CDU «é portadora de um projecto sólido, diferente, capaz, constituído por pessoas que cuidam da sua cidade e do bem comum».
«Este é também o lançamento da primeira pedra daquele que será o edifício da esperança e da mudança para todos os bracarenses. Tenho a mais sincera convicção de que somos capazes de construir esse edifício. Um edifício onde não habitem o clientelismo, as negociatas feitas à medida dos interesses privados, a falta de transparência e a corrupção. Um edifício que dê tecto ao serviço público, na defesa da água e transportes de qualidade, na defesa do património e das ruas que o contornam», destacou Carlos Almeida.
Mudar com a CDU
A CDU está pronta e disponível para trabalhar os caminhos de mudança e de um futuro melhor para Braga. Nesse sentido, propõem-se, entre outras:
● Mudar um urbanismo em muitos casos discutível e até desastrado, com problemas crónicos no ambiente e no trânsito;
● Mudar uma atitude de delapidação do património histórico sacrificado aos interesses desenfreados duma política de construção imobiliária que acaba de desembocar numa crise de que se não vê saída, a par de carências sociais que estão por resolver;
● Mudar uma política de fomento desportivo que não tem sido para todos;
● Mudar uma política dita de «descentralização» que de facto mantém as freguesias dependentes e subservientes ao poder municipal;
● Acabar de vez com uma demasiado frequente confusão de interesses entre o público e o privado.
Experiência e combatividade
José Manuel Mendes é o Mandatário da CDU. «Honra-me ser mandatário da candidatura do meu amigo António Rodrigues Dias, personalidade com excepcionais condições para interpretar, na Câmara Municipal, um pensamento e uma prática sem paralelo na defesa dos interesses populares, da cidade, do concelho», disse o escritor e docente na Universidade do Minho.
«A primeira questão que se coloca é o que move estes dois candidatos? Porque aceitaram eles o desafio de dar a cara pelo projecto da CDU? Para a sua projecção não foi com certeza, que em outros lados teriam mais holofotes e atenções», afirmou João Frazão, respondendo: «Fazem-no, em primeiro lugar, por amor à terra que fizeram sua; porque estão empenhados numa mudança de rumo na política autárquica».
Na sua intervenção, o dirigente comunista lembrou ainda que, nas próximas eleições para o Parlamento Europeu, Assembleia da República e Autárquicas, o voto na CDU «é a melhor garantia de defesa dos interesses e da soberania nacional». «Temos uma oportunidade de ouro de dizer basta de tanta injustiça, de tanto desemprego, de tanta exploração, de tanta corrupção», sublinhou, apelando à participação de todos na «Marcha de Protesto» que o PCP vai realizar, dia 23 de Maio, em Lisboa.
Por seu lado, António Rodrigues Dias, candidato à autarquia, acentuou «os sinais dos anseios de muitos milhares de cidadãos bracarenses por uma mudança de gestão na Câmara de Braga».
«Chegámos, talvez, a um ponto crítico em que uma gestão, um estilo e um modelo muito personalizados e já gastos, gastaram definitivamente a paciência e esperança de muitos bracarenses. Mas é uma ilusão pensar que uma ruptura, a mudança que Braga necessita, se dará simplesmente com uma eventual mudança de maioria», advertiu, lembrando que «o que efectivamente marcará e pesará para essa mudança é o peso da CDU na gestão municipal, qualquer que seja a maioria».
«A presença da CDU na Câmara de Braga, por vontade do voto popular, foi sempre um factor de enriquecimento da qualidade da gestão autárquica», disse ainda António Rodrigues Dias.
Carlos Almeida, candidato à Assembleia Municipal, defendeu, de igual forma, que a CDU «é portadora de um projecto sólido, diferente, capaz, constituído por pessoas que cuidam da sua cidade e do bem comum».
«Este é também o lançamento da primeira pedra daquele que será o edifício da esperança e da mudança para todos os bracarenses. Tenho a mais sincera convicção de que somos capazes de construir esse edifício. Um edifício onde não habitem o clientelismo, as negociatas feitas à medida dos interesses privados, a falta de transparência e a corrupção. Um edifício que dê tecto ao serviço público, na defesa da água e transportes de qualidade, na defesa do património e das ruas que o contornam», destacou Carlos Almeida.
Mudar com a CDU
A CDU está pronta e disponível para trabalhar os caminhos de mudança e de um futuro melhor para Braga. Nesse sentido, propõem-se, entre outras:
● Mudar um urbanismo em muitos casos discutível e até desastrado, com problemas crónicos no ambiente e no trânsito;
● Mudar uma atitude de delapidação do património histórico sacrificado aos interesses desenfreados duma política de construção imobiliária que acaba de desembocar numa crise de que se não vê saída, a par de carências sociais que estão por resolver;
● Mudar uma política de fomento desportivo que não tem sido para todos;
● Mudar uma política dita de «descentralização» que de facto mantém as freguesias dependentes e subservientes ao poder municipal;
● Acabar de vez com uma demasiado frequente confusão de interesses entre o público e o privado.
Experiência e combatividade
José Manuel Mendes é o Mandatário da CDU. «Honra-me ser mandatário da candidatura do meu amigo António Rodrigues Dias, personalidade com excepcionais condições para interpretar, na Câmara Municipal, um pensamento e uma prática sem paralelo na defesa dos interesses populares, da cidade, do concelho», disse o escritor e docente na Universidade do Minho.