Ferroviários com resultados
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário congratulou-se com o recuo do Governo na pretensão de encerrar definitivamente as linhas férreas do Tâmega e do Corgo e anunciou resultados positivos da luta dos trabalhadores.
Com a luta os ferroviários conquistam direitos
No dia 30 de Março, uma delegação do Sindicato dos Trabalhadores do Sector Ferroviário (SNTSF/CGTP-IN) reuniu, em Vila Real, com a secretária de Estado dos Transportes para discutir o encerramento, inicialmente apresentado pelo Governo como definitivo, das linhas férreas do Tâmega e do Corgo. Num boletim de 1 de Abril, o sindicato informou ter obtido garantias de que nenhum posto de trabalho ferroviário será extinto durante os dois anos para os quais estão previstas obras de renovação da linha, correcções de traçado, supressões e reclassificações de passagens de nível, trabalhos orçados em milhões de euros.
O sindicato salientou que o «recuo do Governo» foi provocado pela «onda de protesto contra o encerramento de um equipamento social importante para as regiões servidas por estas linhas», e considerou fundamental que as populações e os trabalhadores mantenham a luta pela continuação das linhas, «para que estes anúncios não durem apenas até ao fim dos períodos eleitorais marcados para este ano», avisou.
No mesmo boletim sindical são apresentados vários resultados das lutas empreendidas pelos ferroviários.
Nas oficinas de Santa Apolónia da EMEF, depois de os trabalhadores e o SNTSF terem ameaçado começar a almoçar à porta das instalações, em protesto, a administração cedeu e iniciou, dia 1, as obras para o novo refeitório. O sindicato anunciou que agendará plenários para os trabalhadores decidirem formas de luta que obriguem a administração da EMEF a abandonar «o mutismo» relativamente a um conjunto diverso de problemas sentidos nos locais de trabalho.
Na Soflusa, o SNTSF firmou um acordo de revisão salarial que garante actualizações de 2,9 por cento, com entrada em vigor a 1 de Fevereiro, e a manutenção dos direitos consagrados. Mantêm-se também todos os apoios sociais em vigor.
Na Refer, depois de ter auscultado o descontentamento dos trabalhadores em plenários, particularmente da metade que viu reduzidas as actualizações salariais, o sindicato convocou uma vigília, diante da administração, para o dia 23.
Na Tex, a administração negou qualquer aumento salarial, na reunião de 30 de Março, com representantes sindicais. A empresa também informou que pretende encerrar a maioria das lojas, mas garantiu que respeitará todos os direitos dos trabalhadores. Com actualizações salariais apenas nos últimos seis meses do ano passado, resta aos trabalhadores decidirem que acções tomar, considerou o sindicato, que agendou plenários e contactos para esta semana.
O sindicato salientou que o «recuo do Governo» foi provocado pela «onda de protesto contra o encerramento de um equipamento social importante para as regiões servidas por estas linhas», e considerou fundamental que as populações e os trabalhadores mantenham a luta pela continuação das linhas, «para que estes anúncios não durem apenas até ao fim dos períodos eleitorais marcados para este ano», avisou.
No mesmo boletim sindical são apresentados vários resultados das lutas empreendidas pelos ferroviários.
Nas oficinas de Santa Apolónia da EMEF, depois de os trabalhadores e o SNTSF terem ameaçado começar a almoçar à porta das instalações, em protesto, a administração cedeu e iniciou, dia 1, as obras para o novo refeitório. O sindicato anunciou que agendará plenários para os trabalhadores decidirem formas de luta que obriguem a administração da EMEF a abandonar «o mutismo» relativamente a um conjunto diverso de problemas sentidos nos locais de trabalho.
Na Soflusa, o SNTSF firmou um acordo de revisão salarial que garante actualizações de 2,9 por cento, com entrada em vigor a 1 de Fevereiro, e a manutenção dos direitos consagrados. Mantêm-se também todos os apoios sociais em vigor.
Na Refer, depois de ter auscultado o descontentamento dos trabalhadores em plenários, particularmente da metade que viu reduzidas as actualizações salariais, o sindicato convocou uma vigília, diante da administração, para o dia 23.
Na Tex, a administração negou qualquer aumento salarial, na reunião de 30 de Março, com representantes sindicais. A empresa também informou que pretende encerrar a maioria das lojas, mas garantiu que respeitará todos os direitos dos trabalhadores. Com actualizações salariais apenas nos últimos seis meses do ano passado, resta aos trabalhadores decidirem que acções tomar, considerou o sindicato, que agendou plenários e contactos para esta semana.