Para dar voz aos trabalhadores
Nas últimas semanas assistimos a dois momentos fundamentais da preparação da campanha para as próximas Eleições Europeias de 7 de Junho. O primeiro foi a apresentação do balanço dos cinco anos de mandato dos deputados eleitos pela CDU ao Parlamento Europeu. O outro foi a apresentação da lista da CDU às Eleições Europeias. Ambos são marcos fundamentais desta dura campanha que envolve todo o colectivo partidário e que, pela nossa parte, há muito está na rua, em todo o País, com iniciativas, propostas, acções.
Balanço do trabalho
Um balanço passa, quase obrigatoriamente, pela apresentação de números. E, neste âmbito, os deputados do PCP ao PE deram cartas: cerca de 1400 intervenções, 75 propostas de resolução, 29 relatórios e pareceres, mais de 700 perguntas à Comissão Europeia e Conselho. Valores que impressionam se atendermos à variedade e celeridade com que as temáticas circulam e se decidem no plenário, valores extraordinários se relembrarmos serem trabalho de dois deputados eleitos (Ilda Figueiredo e Pedro Guerreiro, que substituiu Sérgio Ribeiro), valores esmagadores se comparados com as restantes forças políticas portuguesas que elegeram deputados em 2004 (talvez por isso se explique a total indiferença de muita comunicação social ao balanço apresentado...). E a esta actividade parlamentar soma-se uma intensíssima actividade em todo o País, junto das populações, dos trabalhadores, auscultando os seus problemas e aspirações, num conjunto de mais de 500 visitas realizadas, dezenas de encontros, reuniões, debates e colóquios sobre os mais variados temas. Esta marca não é só quantitativa, é também de classe. Todos estes contactos directos com a realidade nacional reflectem o Partido que somos e o trabalho que nos propomos desenvolver.
«Com a consciência do dever cumprido» é a frase de Ilda Figueiredo que talvez melhor ilustre a apresentação do balanço desta legislatura. Porque, cinco anos atrás, na Declaração Programática, se afirmava: «os objectivos, reclamações e aspirações da luta dos portugueses e dos povos da Europa, encontram na afirmação das propostas, valores e causas com que o PCP se apresenta às eleições do Parlamento Europeu, e no trabalho dos deputados do PCP e do Grupo dos partidos comunistas, progressistas e de esquerda da Europa onde se integram, o mais sólido suporte político e garantia segura de concretização de um novo caminho para Portugal e para a Europa.»
Este balanço é um passado de que nos orgulhamos, uma montra da concretização de propostas em acções e do empenhamento do grande colectivo que é o PCP.
A lista da CDU
A apresentação pública da lista da CDU também não colheu grande interesse da comunicação social. Apesar de a CDU ser a primeira força política a apresentar todos os candidatos às eleições europeias (tal como foi a primeira a apresentar a cabeça de lista ou o balanço do trabalho realizado), as principais televisões e jornais de grande tiragem optaram por uma cobertura en passant da iniciativa, remeter para formatos menores ou simplesmente ignorar o facto.
A CDU apresenta uma lista diversificada de militantes do PCP, do Partido Ecologista «Os Verdes», da Associação Intervenção Democrática e independentes; são 16 mulheres (duas nos três primeiros lugares) e 14 homens oriundos de quase todos os distritos do País (incluindo as ilhas e estrangeiro); têm profissões, experiências e áreas de intervenção cívica muito diversificadas. São 30 pessoas que partilham o sonho de uma outra Europa e que se comprometeram, publicamente, a contribuir nos próximos dois meses para o esclarecimento, o debate, a defesa das posições da CDU, a luta intransigente pelo reforço da votação e do número de deputados da CDU no Parlamento Europeu. O conjunto de camaradas, aliados e amigos agora conhecido são a face visível de um projecto que se afirma na defesa dos interesses de Portugal e de todos os trabalhadores portugueses.
Ilda Figueiredo, no acto público de apresentação dos candidatos afirmava: «Esta é a lista da CDU, que não aceita um país subalterno face às grandes potências, que recusa a inevitabilidade dos que tentam impor como único caminho para a Europa a integração capitalista.» No trabalho desenvolvido por esta lista de candidatos, e por muitos milhares de comunistas e amigos, reside o futuro de uma campanha pelo reforço da CDU, para dar voz à defesa dos interesses dos trabalhadores e do País, para lutar por outra Europa.
Balanço do trabalho
Um balanço passa, quase obrigatoriamente, pela apresentação de números. E, neste âmbito, os deputados do PCP ao PE deram cartas: cerca de 1400 intervenções, 75 propostas de resolução, 29 relatórios e pareceres, mais de 700 perguntas à Comissão Europeia e Conselho. Valores que impressionam se atendermos à variedade e celeridade com que as temáticas circulam e se decidem no plenário, valores extraordinários se relembrarmos serem trabalho de dois deputados eleitos (Ilda Figueiredo e Pedro Guerreiro, que substituiu Sérgio Ribeiro), valores esmagadores se comparados com as restantes forças políticas portuguesas que elegeram deputados em 2004 (talvez por isso se explique a total indiferença de muita comunicação social ao balanço apresentado...). E a esta actividade parlamentar soma-se uma intensíssima actividade em todo o País, junto das populações, dos trabalhadores, auscultando os seus problemas e aspirações, num conjunto de mais de 500 visitas realizadas, dezenas de encontros, reuniões, debates e colóquios sobre os mais variados temas. Esta marca não é só quantitativa, é também de classe. Todos estes contactos directos com a realidade nacional reflectem o Partido que somos e o trabalho que nos propomos desenvolver.
«Com a consciência do dever cumprido» é a frase de Ilda Figueiredo que talvez melhor ilustre a apresentação do balanço desta legislatura. Porque, cinco anos atrás, na Declaração Programática, se afirmava: «os objectivos, reclamações e aspirações da luta dos portugueses e dos povos da Europa, encontram na afirmação das propostas, valores e causas com que o PCP se apresenta às eleições do Parlamento Europeu, e no trabalho dos deputados do PCP e do Grupo dos partidos comunistas, progressistas e de esquerda da Europa onde se integram, o mais sólido suporte político e garantia segura de concretização de um novo caminho para Portugal e para a Europa.»
Este balanço é um passado de que nos orgulhamos, uma montra da concretização de propostas em acções e do empenhamento do grande colectivo que é o PCP.
A lista da CDU
A apresentação pública da lista da CDU também não colheu grande interesse da comunicação social. Apesar de a CDU ser a primeira força política a apresentar todos os candidatos às eleições europeias (tal como foi a primeira a apresentar a cabeça de lista ou o balanço do trabalho realizado), as principais televisões e jornais de grande tiragem optaram por uma cobertura en passant da iniciativa, remeter para formatos menores ou simplesmente ignorar o facto.
A CDU apresenta uma lista diversificada de militantes do PCP, do Partido Ecologista «Os Verdes», da Associação Intervenção Democrática e independentes; são 16 mulheres (duas nos três primeiros lugares) e 14 homens oriundos de quase todos os distritos do País (incluindo as ilhas e estrangeiro); têm profissões, experiências e áreas de intervenção cívica muito diversificadas. São 30 pessoas que partilham o sonho de uma outra Europa e que se comprometeram, publicamente, a contribuir nos próximos dois meses para o esclarecimento, o debate, a defesa das posições da CDU, a luta intransigente pelo reforço da votação e do número de deputados da CDU no Parlamento Europeu. O conjunto de camaradas, aliados e amigos agora conhecido são a face visível de um projecto que se afirma na defesa dos interesses de Portugal e de todos os trabalhadores portugueses.
Ilda Figueiredo, no acto público de apresentação dos candidatos afirmava: «Esta é a lista da CDU, que não aceita um país subalterno face às grandes potências, que recusa a inevitabilidade dos que tentam impor como único caminho para a Europa a integração capitalista.» No trabalho desenvolvido por esta lista de candidatos, e por muitos milhares de comunistas e amigos, reside o futuro de uma campanha pelo reforço da CDU, para dar voz à defesa dos interesses dos trabalhadores e do País, para lutar por outra Europa.