Greve geral na Grécia
Pela segunda vez desde o assassinato pela polícia do jovem Grigoropoulos, em Dezembro, os trabalhadores dos diferentes sectores público e privado da Grécia realizaram, dia 2, uma greve geral que paralisou o país.
A forte adesão à jornada de luta é explicada pelo agravamento da situação social e pelas medidas draconianas anunciadas pelo governo conservador. Já com cerca de 14 por cento dos trabalhadores a viver abaixo do limiar da pobreza, uma taxa de desemprego entre jovens licenciados que ronda os 45 por cento, as razões do profundo descontentamento social foram recentemente aumentadas com o anúncio do congelamento dos salários dos funcionários públicos e a aplicação de impostos extraordinários aos rendimentos superiores a 60 mil euros ano.
Temendo uma tempestade social, o próprio Presidente da República, Karolos Papoulas, saiu em defesa dos trabalhadores, afirmando que não devem ser estes a pagar a crise pois são os «únicos inocentes». Para Papoulas, «a crise deve ser paga pelos que a provocaram e insistem em não querer perder nada do que ganharam no passado e nada do que ganharão no futuro».
A forte adesão à jornada de luta é explicada pelo agravamento da situação social e pelas medidas draconianas anunciadas pelo governo conservador. Já com cerca de 14 por cento dos trabalhadores a viver abaixo do limiar da pobreza, uma taxa de desemprego entre jovens licenciados que ronda os 45 por cento, as razões do profundo descontentamento social foram recentemente aumentadas com o anúncio do congelamento dos salários dos funcionários públicos e a aplicação de impostos extraordinários aos rendimentos superiores a 60 mil euros ano.
Temendo uma tempestade social, o próprio Presidente da República, Karolos Papoulas, saiu em defesa dos trabalhadores, afirmando que não devem ser estes a pagar a crise pois são os «únicos inocentes». Para Papoulas, «a crise deve ser paga pelos que a provocaram e insistem em não querer perder nada do que ganharam no passado e nada do que ganharão no futuro».