Caminhada pelo emprego
A União dos Sindicatos de Braga e o Movimento dos Trabalhadores Desempregados convocaram para o próximo sábado uma «caminhada pelo direito ao emprego», com partida de Pevidém (Praça Francisco Inácio), às 14.30 horas, em direcção a Guimarães.
A USB exige mudança de rumo no distrito
Haverá «pontos de encontro» intermédios, na rotunda de Silvares, junto à igreja de Creixomil, próximo do Continente de Guimarães e no Largo do Toural.
A par do combate ao desemprego, a USB/CGTP-IN e o MTD indicam ainda, no topo dos objectivos desta acção, o protesto contra o aumento do custo de vida e a exigência de uma vida digna. O apelo à participação, como refere uma nota da união, divulgada segunda-feira à comunicação social, «é dirigido às vítimas do desemprego e às suas famílias, aos que ainda têm emprego, aos pequenos e médios industriais e comerciantes», porque «todos temos de reagir».
Quem participar nesta «caminhada» estará a contribuir «para que seja posto termo à contínua destruição do tecido produtivo e consequente aumento do desemprego, que sobe à razão de dois mil por mês, desde Julho de 2008».
A estrutura distrital da CGTP-IN considera que «as medidas avulsas que, normalmente, o Governo anuncia para a região e para o sector têxtil não passam de paliativas e ofensas políticas à dignidade e à inteligência dos trabalhadores, dado que nada resolvem nem em nada ajudam à defesa do emprego e das empresas».
Recentemente, a união propôs, entre outras medidas, a criação de um «Observatório para o Emprego». «Passados dois dias, vieram o Governo, Governador Civil e os deputados do PS do distrito alegar que não aceitavam a criação de um “Observatório do Desemprego”», mas «a proposta da US Braga é exactamente o contrário». O protesto público veio acompanhado de nova explicação: foi proposto criar um «Observatório para o Emprego», dotado de equipa operacional no terreno, com meios humanos, técnicos e financeiros, no sentido de uma intervenção em antecipação (preventiva e pró-activa) dirigida às empresas em crise, construindo-se matrizes e propostas que evitem o seu encerramento e defendam o emprego». Recorda ainda a USB que «a proposta bem aceite e defendida pelo Presidente da República». Por fim, é dirigida uma saudação às «diversas personalidades, organizações, associações e colectividades», que demonstraram solidariedade à «caminhada», de entre as quais a união salienta o arcebispo de Braga.
A par do combate ao desemprego, a USB/CGTP-IN e o MTD indicam ainda, no topo dos objectivos desta acção, o protesto contra o aumento do custo de vida e a exigência de uma vida digna. O apelo à participação, como refere uma nota da união, divulgada segunda-feira à comunicação social, «é dirigido às vítimas do desemprego e às suas famílias, aos que ainda têm emprego, aos pequenos e médios industriais e comerciantes», porque «todos temos de reagir».
Quem participar nesta «caminhada» estará a contribuir «para que seja posto termo à contínua destruição do tecido produtivo e consequente aumento do desemprego, que sobe à razão de dois mil por mês, desde Julho de 2008».
A estrutura distrital da CGTP-IN considera que «as medidas avulsas que, normalmente, o Governo anuncia para a região e para o sector têxtil não passam de paliativas e ofensas políticas à dignidade e à inteligência dos trabalhadores, dado que nada resolvem nem em nada ajudam à defesa do emprego e das empresas».
Recentemente, a união propôs, entre outras medidas, a criação de um «Observatório para o Emprego». «Passados dois dias, vieram o Governo, Governador Civil e os deputados do PS do distrito alegar que não aceitavam a criação de um “Observatório do Desemprego”», mas «a proposta da US Braga é exactamente o contrário». O protesto público veio acompanhado de nova explicação: foi proposto criar um «Observatório para o Emprego», dotado de equipa operacional no terreno, com meios humanos, técnicos e financeiros, no sentido de uma intervenção em antecipação (preventiva e pró-activa) dirigida às empresas em crise, construindo-se matrizes e propostas que evitem o seu encerramento e defendam o emprego». Recorda ainda a USB que «a proposta bem aceite e defendida pelo Presidente da República». Por fim, é dirigida uma saudação às «diversas personalidades, organizações, associações e colectividades», que demonstraram solidariedade à «caminhada», de entre as quais a união salienta o arcebispo de Braga.