Quatro milhões de alemães sem emprego
O presidente da Agência Federal do Trabalho (BA), Hans-Juergen Wiese, alertou, na segunda-feira, 23, que o desemprego na Alemanha pode atingir quatro milhões ainda este ano, em vez dos 3,6 milhões previstos.
Em Fevereiro, a BA anunciou que havia cerca de 3,5 milhões de desempregados oficialmente registados na maior economia europeia. Apenas algumas semanas depois, o responsável afirma que «a situação piorou» e os números vão agravar-se.
Já o ministro do Trabalho, Olaf Scholz, mostra-se mais optimista, afirmando que o mercado de trabalho «pode ser menos atingido pela crise do que muitos peritos receiam», devido ao facto de muitas empresas estarem a optar pelo trabalho parcial, financiado pelo Estado.
Segundo a BA, o número de empregados em regime de lay-off ou trabalho parcial atingiu entretanto os 700 mil. O governo alemão decidiu prolongar o prazo dos subsídios ao lay-off de seis para 18 meses.
Ainda no campo das previsões, o Commerzbank calcula que o Produto Interno Bruto germânico cairá entre seis a sete por cento até final do ano, baseando-se na quebra dos indicadores de encomendas à indústria e dos indicadores de produção em Janeiro, cujo recuo não tem paralelo no pós-guerra.
Em Fevereiro, a BA anunciou que havia cerca de 3,5 milhões de desempregados oficialmente registados na maior economia europeia. Apenas algumas semanas depois, o responsável afirma que «a situação piorou» e os números vão agravar-se.
Já o ministro do Trabalho, Olaf Scholz, mostra-se mais optimista, afirmando que o mercado de trabalho «pode ser menos atingido pela crise do que muitos peritos receiam», devido ao facto de muitas empresas estarem a optar pelo trabalho parcial, financiado pelo Estado.
Segundo a BA, o número de empregados em regime de lay-off ou trabalho parcial atingiu entretanto os 700 mil. O governo alemão decidiu prolongar o prazo dos subsídios ao lay-off de seis para 18 meses.
Ainda no campo das previsões, o Commerzbank calcula que o Produto Interno Bruto germânico cairá entre seis a sete por cento até final do ano, baseando-se na quebra dos indicadores de encomendas à indústria e dos indicadores de produção em Janeiro, cujo recuo não tem paralelo no pós-guerra.