Ainda o Encontro Nacional do Partido e as eleições para o PE
O Encontro que realizámos no penúltimo sábado, embora não tenha sido o ponto de partida para o ciclo eleitoral que aí vem – um mês antes já tínhamos apresentado a cabeça de lista para as eleições ao Parlamento Europeu – constituiu, quer pela participação quer pela reflexão e debate colectivo em torno da situação nacional e do quadro internacional em que tem lugar, um importante momento para o avanço e concretização das numerosas e diversas tarefas que uma campanha integrada para três eleições coloca a todo o Partido.
Só os candidatos da CDU têm uma clara opção pelos valores da soberania nacional
Uma campanha que necessita de atempadas medidas de direcção e uma calendarização adequada ao conjunto das tarefas que três actos eleitorais em quatro meses coloca. Uma campanha assente na convergência da dinâmica de cada um dos actos eleitorais na concretização do objectivo geral de reforço da CDU que, naturalmente, impõe uma concentração de energias na primeira das eleições – as do Parlamento Europeu – cujo resultado potenciará o alargamento da CDU nas legislativas e nas autárquicas.
E, se dúvidas houvesse em que teremos que contar essencialmente com as nossas próprias forças e meios para a campanha que já se iniciou, o que se passou na última semana vem confirmar a inaceitável instrumentalização da candidatura do PS às eleições para o PE pela comunicação social, nomeadamente aquela que deveria primar pela isenção.
A «novidade» Vital Moreira serve para a Antena Um lhe dedicar duas horas – uma de entrevista, outra de tribuna aberta – contribuindo objectivamente para a campanha do PS que o apresenta como independente, omitindo o facto de ele já ter sido candidato e deputado do PS e escondendo o seu percurso de total cumplicidade com a ofensiva do Governo Sócrates contra direitos e conquistas sociais, como o testemunham os seus sucessivos artigos de opinião.
A candidata da CDU, a quem entretanto não foi dada essa possibilidade, está há mais dum mês no terreno, contactando com sectores distintos da sociedade portuguesa, aproximando-se dos problemas concretos do País e dos portugueses – o que, aliás, tem sido permanente ao longo do seu exercício como deputada ao Parlamento Europeu – que lhe transmitem o seu descontentamento pelo agravamento da situação e o seu anseio por uma vida melhor.
Todo o ciclo eleitoral, mas com aspectos particulares as eleições para o Parlamento Europeu, desenrolar-se-á sob o fogo dum intenso debate ideológico em torno da crise, com o PS a procurar iludir as suas responsabilidades face à situação a que conduziu o País e a inserir-se no refúgio da propaganda do fim dos off-shores que caracterizou a recente Cimeira Informal dos Chefes de Estado da União Europeia perante um novo período de agravamento da crise do capitalismo, com uma nova fase de instabilidade financeira e uma drástica redução da produção industrial a nível mundial.
Contribuir para a ruptura com a política de direita
Só os candidatos da CDU estarão em condições de esclarecer sobre as causas da crise e as falsas soluções em curso. Só os candidatos da CDU, como espaço de convergência e de ruptura com a política de direita e com o projecto capitalista de integração europeia, estarão em condições de mobilizar, vencendo desânimos e inevitabilidades, com que, com o dramático apelo socrático de «eu ou o caos» o PS se procura eternizar no poder para prosseguir a mesma política de crescentes desigualdades, desemprego e baixos salários, hipotecando a soberania nacional ao «projecto europeu», alinhando na militarização da UE em conluio com a NATO, procurando institucionalizar o neoliberalismo (responsável pela falência das actuais políticas) no já rejeitado «Tratado de Lisboa» – mas que após as eleições procurarão impor ao povo irlandês – visando assim garantir um passo de gigante na via do federalismo.
Os candidatos da CDU, cuja lista se prevê que seja apresentada em sessão pública a 30 de Março, são os únicos que de forma distintiva face ao PS, PSD, CDS/PP e BE têm uma clara e inequívoca opção pelos valores da soberania nacional e de combate ao federalismo, em defesa de uma outra Europa de paz e cooperação entre os povos.
Os deputados ao Parlamento Europeu eleitos pela CDU serão aqueles que pelo nosso projecto e pelas provas já dadas, nomeadamente neste último mandato, de inteira dedicação, intenso trabalho e permanente ligação à realidade nacional estarão em melhores condições de defender os interesses vitais dos trabalhadores portugueses e a soberania nacional.
Reforçar a CDU nas eleições para o Parlamento Europeu significa contribuir para a ruptura com a política de direita em Portugal e para garantir no Parlamento Europeu a defesa dos interesses dos trabalhadores, da democracia, da paz, numa Europa de países iguais em direitos, de progresso e justiça social.
E, se dúvidas houvesse em que teremos que contar essencialmente com as nossas próprias forças e meios para a campanha que já se iniciou, o que se passou na última semana vem confirmar a inaceitável instrumentalização da candidatura do PS às eleições para o PE pela comunicação social, nomeadamente aquela que deveria primar pela isenção.
A «novidade» Vital Moreira serve para a Antena Um lhe dedicar duas horas – uma de entrevista, outra de tribuna aberta – contribuindo objectivamente para a campanha do PS que o apresenta como independente, omitindo o facto de ele já ter sido candidato e deputado do PS e escondendo o seu percurso de total cumplicidade com a ofensiva do Governo Sócrates contra direitos e conquistas sociais, como o testemunham os seus sucessivos artigos de opinião.
A candidata da CDU, a quem entretanto não foi dada essa possibilidade, está há mais dum mês no terreno, contactando com sectores distintos da sociedade portuguesa, aproximando-se dos problemas concretos do País e dos portugueses – o que, aliás, tem sido permanente ao longo do seu exercício como deputada ao Parlamento Europeu – que lhe transmitem o seu descontentamento pelo agravamento da situação e o seu anseio por uma vida melhor.
Todo o ciclo eleitoral, mas com aspectos particulares as eleições para o Parlamento Europeu, desenrolar-se-á sob o fogo dum intenso debate ideológico em torno da crise, com o PS a procurar iludir as suas responsabilidades face à situação a que conduziu o País e a inserir-se no refúgio da propaganda do fim dos off-shores que caracterizou a recente Cimeira Informal dos Chefes de Estado da União Europeia perante um novo período de agravamento da crise do capitalismo, com uma nova fase de instabilidade financeira e uma drástica redução da produção industrial a nível mundial.
Contribuir para a ruptura com a política de direita
Só os candidatos da CDU estarão em condições de esclarecer sobre as causas da crise e as falsas soluções em curso. Só os candidatos da CDU, como espaço de convergência e de ruptura com a política de direita e com o projecto capitalista de integração europeia, estarão em condições de mobilizar, vencendo desânimos e inevitabilidades, com que, com o dramático apelo socrático de «eu ou o caos» o PS se procura eternizar no poder para prosseguir a mesma política de crescentes desigualdades, desemprego e baixos salários, hipotecando a soberania nacional ao «projecto europeu», alinhando na militarização da UE em conluio com a NATO, procurando institucionalizar o neoliberalismo (responsável pela falência das actuais políticas) no já rejeitado «Tratado de Lisboa» – mas que após as eleições procurarão impor ao povo irlandês – visando assim garantir um passo de gigante na via do federalismo.
Os candidatos da CDU, cuja lista se prevê que seja apresentada em sessão pública a 30 de Março, são os únicos que de forma distintiva face ao PS, PSD, CDS/PP e BE têm uma clara e inequívoca opção pelos valores da soberania nacional e de combate ao federalismo, em defesa de uma outra Europa de paz e cooperação entre os povos.
Os deputados ao Parlamento Europeu eleitos pela CDU serão aqueles que pelo nosso projecto e pelas provas já dadas, nomeadamente neste último mandato, de inteira dedicação, intenso trabalho e permanente ligação à realidade nacional estarão em melhores condições de defender os interesses vitais dos trabalhadores portugueses e a soberania nacional.
Reforçar a CDU nas eleições para o Parlamento Europeu significa contribuir para a ruptura com a política de direita em Portugal e para garantir no Parlamento Europeu a defesa dos interesses dos trabalhadores, da democracia, da paz, numa Europa de países iguais em direitos, de progresso e justiça social.