Continuar a ir ao bolso sem piedade
A maioria PS rejeitou todos os projectos de lei apresentados pelos partidos da oposição destinados a revogar, total ou parcialmente, as taxas moderadoras na saúde. Na hora das votação, faz amanhã oito dias, com 228 deputados presentes (não estava um deputado PSD e um deputado independente, ex-CDS), o diploma do BE, que propunha a revogação das taxas nos internamentos e nas cirurgias de ambulatório, somou o maior número de votos favoráveis da toda a oposição, bem como de cinco deputados socialistas, perfazendo 112, o que não foi suficiente perante os 115 votos contra da maioria socialista (o presidente da AR, Jaime Gama, não exerceu o seu direito de voto).
O projecto de lei do PCP, o mais avançado de todos, visando a revogação total das taxas moderadoras na saúde, foi igualmente rejeitado, com a abstenção de quatro deputados do PS, e os votos contra do PS, PSD, CDS-PP e da independente Matilde Sousa Franco.
Igualmente rejeitado com os votos contra do PS foi o diploma do PSD, que previa a revogação das taxas moderadoras no internamento e em cirurgias em ambulatório, merecendo a abstenção dos mesmos quatro deputados socialistas, e os votos favoráveis das outras bancadas.
O projecto de lei do CDS-PP, por seu lado, prevendo a revogação apenas das taxas cobradas nas cirurgias em ambulatório, foi também rejeitado pelo PS, com os votos favoráveis de todas as bancadas e a abstenção dos quatro deputados socialistas.
O projecto de lei do PCP, o mais avançado de todos, visando a revogação total das taxas moderadoras na saúde, foi igualmente rejeitado, com a abstenção de quatro deputados do PS, e os votos contra do PS, PSD, CDS-PP e da independente Matilde Sousa Franco.
Igualmente rejeitado com os votos contra do PS foi o diploma do PSD, que previa a revogação das taxas moderadoras no internamento e em cirurgias em ambulatório, merecendo a abstenção dos mesmos quatro deputados socialistas, e os votos favoráveis das outras bancadas.
O projecto de lei do CDS-PP, por seu lado, prevendo a revogação apenas das taxas cobradas nas cirurgias em ambulatório, foi também rejeitado pelo PS, com os votos favoráveis de todas as bancadas e a abstenção dos quatro deputados socialistas.