Venezuela

Cobertura mediática beneficiou o «Não»

A cobertura mediática da recente consulta popular na Venezuela foi desequilibrada a favor da recusa às emendas constitucionais. A conclusão é de um estudo encomendado pela Comissão Nacional de Eleições, citado pelo ministro da Informação e Comunicação do governo bolivariano, que afirma que, no global, o «Não» teve uma cobertura de 71 por cento, enquanto que o «Sim» de apenas 29 por cento.
Outra pesquisa, da responsabilidade da Entorno Inteligente, indicou que em cada 100 artigos publicados na imprensa, 77 eram favoráveis ao «Não» enquanto que 23 beneficiavam o «Sim». Quanto à s notícias das acções de campanha nos jornais, o cenário foi pouco mais equilibrado, com 67 por cento contra 33 por cento, respectivamente.
Já nas televisões nacionais, o «Não» voltou a superar os 70 por cento (73), e o «Sim» não chegou aos 30 por cento (27). As mais equilibradas foram a Televen e a Venevisión.


Mais artigos de: Internacional

Sindicalista morto na revolta

Um dirigente sindical de Guadalupe foi assassinado após quase um mês de protestos maciços e pacíficos. Ao dispositivo repressivo enviado pela França, responde o LKP com apelos à população para que não ceda a provocações e mantenha a luta.

FARC entregam «espia»

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) entregaram ao Comité Internacional da Cruz Vermelha uma menor de idade que, asseguram, o exército colombiano infiltrou na guerrilha com falsas promessas. Martínez é proveniente da localidade de Planadas, departamento de Tolima, que desde a chegada das forças de Bogotá...

Prisões privadas, crimes públicos

Jamie Quinn, de 14 anos, participou numa luta de palmadas (slapping fight) com os amigos. Ninguém ficou ferido. Foi parar à prisão durante um ano. Quando Chad Uca tinha 14 anos foi condenado por agressão simples por ter empurrado um rapaz na escola causando-lhe um golpe na cabeça ao bater num armário. Esteve detido três...

Nas pisadas de Bush

O Quirguistão deu 180 dias aos EUA para abandonarem a base de Manas, principal apoio logístico à ocupação do Afeganistão. O contratempo não impede no entanto a administração Obama de reforçar posições e aprofundar a política de Bush no território.