Cobertura mediática beneficiou o «Não»
A cobertura mediática da recente consulta popular na Venezuela foi desequilibrada a favor da recusa às emendas constitucionais. A conclusão é de um estudo encomendado pela Comissão Nacional de Eleições, citado pelo ministro da Informação e Comunicação do governo bolivariano, que afirma que, no global, o «Não» teve uma cobertura de 71 por cento, enquanto que o «Sim» de apenas 29 por cento.
Outra pesquisa, da responsabilidade da Entorno Inteligente, indicou que em cada 100 artigos publicados na imprensa, 77 eram favoráveis ao «Não» enquanto que 23 beneficiavam o «Sim». Quanto à s notícias das acções de campanha nos jornais, o cenário foi pouco mais equilibrado, com 67 por cento contra 33 por cento, respectivamente.
Já nas televisões nacionais, o «Não» voltou a superar os 70 por cento (73), e o «Sim» não chegou aos 30 por cento (27). As mais equilibradas foram a Televen e a Venevisión.
Outra pesquisa, da responsabilidade da Entorno Inteligente, indicou que em cada 100 artigos publicados na imprensa, 77 eram favoráveis ao «Não» enquanto que 23 beneficiavam o «Sim». Quanto à s notícias das acções de campanha nos jornais, o cenário foi pouco mais equilibrado, com 67 por cento contra 33 por cento, respectivamente.
Já nas televisões nacionais, o «Não» voltou a superar os 70 por cento (73), e o «Sim» não chegou aos 30 por cento (27). As mais equilibradas foram a Televen e a Venevisión.