Concentração amanhã contra «mobilidade»
Com uma concentração nacional, amanhã, a partir das 14.30 horas, frente ao Ministério das Finanças, em Lisboa, a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública inicia uma campanha contra a mobilidade especial.
A FNSFP/CGTP-IN estima que estejam colocados nesta situação mais de dois milhares de trabalhadores da Administração Central do Estado, destacando-se o Ministério da Agricultura, com quase 1800 funcionários forçados à inactividade e com inúmeros serviços encerrados ou a funcionar de forma deficiente. Entre estes está «a quase totalidade dos trabalhadores que prestavam funções especializadas», o que «trouxe graves prejuízos» aos serviços, em particular para aqueles que têm «tarefas operacionais», refere a federação, num comunicado a apelar à participação na luta.
Enquanto há serviços públicos que vão encerrando e instalações e equipamentos que vão ficando ao abandono, desperdiçando investimentos avultados recentes, «assistimos à contratação de empresas para prestarem serviços que correspondem às funções anteriormente desempenhadas pelos trabalhadores colocados na mobilidade especial» e «os custos de contratos com terceiros subiram exponencialmente», contrariando os argumentos do Governo para justificar esta política.
A federação vê confirmada a sua acusação de que o Governo pretende «tornar permanente e por tempo indeterminado a inactividade dos trabalhadores», porque «não têm passado do papel» as medidas que permitiriam a integração noutros serviços.
Os funcionários atingidos pela mobilidade especial vêem os seus salários reduzidos em um sexto, a partir do terceiro mês, ou dois sextos, a partir do 13.º mês.
A FNSFP/CGTP-IN estima que estejam colocados nesta situação mais de dois milhares de trabalhadores da Administração Central do Estado, destacando-se o Ministério da Agricultura, com quase 1800 funcionários forçados à inactividade e com inúmeros serviços encerrados ou a funcionar de forma deficiente. Entre estes está «a quase totalidade dos trabalhadores que prestavam funções especializadas», o que «trouxe graves prejuízos» aos serviços, em particular para aqueles que têm «tarefas operacionais», refere a federação, num comunicado a apelar à participação na luta.
Enquanto há serviços públicos que vão encerrando e instalações e equipamentos que vão ficando ao abandono, desperdiçando investimentos avultados recentes, «assistimos à contratação de empresas para prestarem serviços que correspondem às funções anteriormente desempenhadas pelos trabalhadores colocados na mobilidade especial» e «os custos de contratos com terceiros subiram exponencialmente», contrariando os argumentos do Governo para justificar esta política.
A federação vê confirmada a sua acusação de que o Governo pretende «tornar permanente e por tempo indeterminado a inactividade dos trabalhadores», porque «não têm passado do papel» as medidas que permitiriam a integração noutros serviços.
Os funcionários atingidos pela mobilidade especial vêem os seus salários reduzidos em um sexto, a partir do terceiro mês, ou dois sextos, a partir do 13.º mês.