Cumpra-se a lei!
O Movimento Democrático de Mulheres considera que o referendo de 2007 representou «um avanço civilizacional» e veio restituir às mulheres, legalmente, «a dignidade e saúde sexual e reprodutiva». Num comunicado que divulgou ontem, o MDM insiste: no cumprimento da nova lei pelos estabelecimentos de saúde, permitindo às mulheres uma assistência gratuita, confidencial e rápida;
na implementação efectiva da educação sexual nas escolas e do acesso ao planeamento familiar por todas e todos; na concretização de melhores condições de vida e de trabalho para as mulheres, no alargamento de uma rede social de apoio à maternidade e às famílias.
A data foi assinada também pela CGTP-IN, que lembrou que «70 por cento das mulheres que procederam à interrupção da gravidez em Portugal, nos primeiros seis meses após a entrada em vigor da nova lei, não ouviram falar em planeamento familiar». Sendo necessários meios muito diversificados para a efectiva aplicação da Lei da IVG, a central reclama do Governo o reforço do planeamento familiar nos serviço de Saúde e a gratuitidade dos contraceptivos; a intensificação da educação sexual nas escolas; campanhas de sensibilização de jovens e grupos socialmente mais vulneráveis; apoio mais eficaz no acompanhamento social e psicológico às mulheres.
na implementação efectiva da educação sexual nas escolas e do acesso ao planeamento familiar por todas e todos; na concretização de melhores condições de vida e de trabalho para as mulheres, no alargamento de uma rede social de apoio à maternidade e às famílias.
A data foi assinada também pela CGTP-IN, que lembrou que «70 por cento das mulheres que procederam à interrupção da gravidez em Portugal, nos primeiros seis meses após a entrada em vigor da nova lei, não ouviram falar em planeamento familiar». Sendo necessários meios muito diversificados para a efectiva aplicação da Lei da IVG, a central reclama do Governo o reforço do planeamento familiar nos serviço de Saúde e a gratuitidade dos contraceptivos; a intensificação da educação sexual nas escolas; campanhas de sensibilização de jovens e grupos socialmente mais vulneráveis; apoio mais eficaz no acompanhamento social e psicológico às mulheres.