CDU é a alternativa!
No quadro político nacional, de aumento do desemprego, das dificuldades económicas, dos problemas sociais graves provocados pelas sucessivas políticas de direita, cabe à CDU um papel forte e determinante de mobilização dos trabalhadores e do povo português por uma política alternativa.
Reafirmar a CDU como importante espaço de convergência democrática
«Neste ano de 2009, colocam-se inúmeros desafios que vão obrigar todos os militantes, activistas e amigos da CDU a um esforço acrescido de luta, e de combate à política do actual Governo, numa perspectiva de transformar a luta em voto, de reforçar e aumentar a expressão eleitoral da CDU nas Eleições para o Parlamento Europeu, Assembleia da República e para as Autárquicas», lê-se na Resolução Política aprovada, dia 25 de Janeiro, no Encontro Regional do Litoral Alentejano, que se realizou em Grândola.
Para a CDU, as três eleições que se avizinham podem ser momentos de viragem nas políticas nacionais e um momento único para derrotar de uma vez por todas as más políticas do Executivo PS.
«São três momentos da vida nacional que vão permitir reafirmar a CDU como importante espaço de convergência democrática, na luta por uma política alternativa, por uma sociedade mais justa que ponha em evidência as verdadeiras causas da actual crise provocada, pelas políticas de direita neoliberais, protagonizadas pelo Governo de José Sócrates», acentua o documento.
Nesse sentido, os eleitos e activistas da CDU definiram, como linhas orientadoras para o trabalho e as acções que se vão realizar, «priorizar o contacto directo com os trabalhadores e as populações, valorizando o trabalho realizado, apresentando propostas, reafirmando as posições e apontando soluções que contribuam para a melhoria das condições de vida das populações e por uma região mais desenvolvida».
De igual forma, pretende-se «alargar a frente de apoio à CDU com outras pessoas e amigos que se revejam neste projecto, que estão desanimados com a situação que o País atravessa e que os atinge, que sintam que podem confiar na CDU para a resolução de muitos problemas reais».
«Pessoas de diferentes áreas de formação, intervenção e trabalho, que possam contribuir com as suas diversificadas experiências para a construção e afirmação deste projecto que se pretende cada vez mais participado e democrático», acrescenta a Resolução Política.
Outro dos objectivos é «desenvolver uma campanha de massas orientada para os diferentes sectores, dando prioridade aos trabalhadores, à juventude, aos reformados e às mulheres, considerando a necessidade de uma forte votação na CDU».
Para a primeira das três eleições, a CDU pretende aumentar o número de deputados no Parlamento Europeu para defender os interesses de Portugal e com outras forças de esquerda (GCEVE - Esquerda Verde Nórdica) contribuir para uma União Europeia de paz e cooperação, «lutando contra os interesses económicos de uma minoria e que sirva realmente para um equilíbrio social e uma igualdade real entre os países membros».
Para a Assembleia da República e autarquias locais, o voto na CDU será útil para defender os interesses dos trabalhadores, do povo e do País.
Vila Real, Chaves e Régua
Força necessária e insubstituível
A CDU anunciou, no início da semana, as listas às três maiores autarquias do distrito de Vila Real, que serão encabeçadas por José Caldeira, em Vila Real, Manuel Cunha, em Chaves, e António Serafim, na Régua.
Em conferência de imprensa, deu-se conta que a CDU quer apresentar candidaturas a todas as câmaras e assembleias municipais do distrito e a pelo menos um terço das freguesias (80). Os candidatos às outras 11 autarquias do distrito deverão ser apresentadas até Maio.
No manifesto eleitoral distrital, a CDU defende a criação da Região de Trás-os-Montes e Alto Douro e reafirma a sua discordância com o «bloco central de interesses PS/PSD na criação da grande Região Norte».
Para a CDU, as três eleições que se avizinham podem ser momentos de viragem nas políticas nacionais e um momento único para derrotar de uma vez por todas as más políticas do Executivo PS.
«São três momentos da vida nacional que vão permitir reafirmar a CDU como importante espaço de convergência democrática, na luta por uma política alternativa, por uma sociedade mais justa que ponha em evidência as verdadeiras causas da actual crise provocada, pelas políticas de direita neoliberais, protagonizadas pelo Governo de José Sócrates», acentua o documento.
Nesse sentido, os eleitos e activistas da CDU definiram, como linhas orientadoras para o trabalho e as acções que se vão realizar, «priorizar o contacto directo com os trabalhadores e as populações, valorizando o trabalho realizado, apresentando propostas, reafirmando as posições e apontando soluções que contribuam para a melhoria das condições de vida das populações e por uma região mais desenvolvida».
De igual forma, pretende-se «alargar a frente de apoio à CDU com outras pessoas e amigos que se revejam neste projecto, que estão desanimados com a situação que o País atravessa e que os atinge, que sintam que podem confiar na CDU para a resolução de muitos problemas reais».
«Pessoas de diferentes áreas de formação, intervenção e trabalho, que possam contribuir com as suas diversificadas experiências para a construção e afirmação deste projecto que se pretende cada vez mais participado e democrático», acrescenta a Resolução Política.
Outro dos objectivos é «desenvolver uma campanha de massas orientada para os diferentes sectores, dando prioridade aos trabalhadores, à juventude, aos reformados e às mulheres, considerando a necessidade de uma forte votação na CDU».
Para a primeira das três eleições, a CDU pretende aumentar o número de deputados no Parlamento Europeu para defender os interesses de Portugal e com outras forças de esquerda (GCEVE - Esquerda Verde Nórdica) contribuir para uma União Europeia de paz e cooperação, «lutando contra os interesses económicos de uma minoria e que sirva realmente para um equilíbrio social e uma igualdade real entre os países membros».
Para a Assembleia da República e autarquias locais, o voto na CDU será útil para defender os interesses dos trabalhadores, do povo e do País.
Vila Real, Chaves e Régua
Força necessária e insubstituível
A CDU anunciou, no início da semana, as listas às três maiores autarquias do distrito de Vila Real, que serão encabeçadas por José Caldeira, em Vila Real, Manuel Cunha, em Chaves, e António Serafim, na Régua.
Em conferência de imprensa, deu-se conta que a CDU quer apresentar candidaturas a todas as câmaras e assembleias municipais do distrito e a pelo menos um terço das freguesias (80). Os candidatos às outras 11 autarquias do distrito deverão ser apresentadas até Maio.
No manifesto eleitoral distrital, a CDU defende a criação da Região de Trás-os-Montes e Alto Douro e reafirma a sua discordância com o «bloco central de interesses PS/PSD na criação da grande Região Norte».