O caminho é a luta!
A JCP realizou, sábado, o seu XI Encontro Regional de Castelo Branco. Esta iniciativa, que teve lugar na Casa do Arco do Bispo, «foi um espaço onde os jovens comunistas se debruçaram sobre os problemas que afectam a juventude do distrito e onde se dá resposta, com soluções concretas, para a resolução dos mesmos».
«No ensino secundário, os jovens encontram escolas com salas pré-fabricadas que não têm aquecimento, pisos em madeiras que não estão fixos ao chão», falta de «gimnodesportivos para a prática de educação física», de «material informático» e de «material nas bibliotecas», acusam os jovens comunistas, criticando ainda a inexistência de educação sexual nas escolas, o estatuto do aluno, os carregamentos mínimos de cartões de estudantes no valor de três euros, os exames nacionais e as notas mínimas, a falta de democracia nas escolas e de condições de transporte.
No ensino superior a situação não é melhor. «No Instituto Politécnico de Castelo Branco os estudantes sofrem as consequências das políticas do Governo», adverte a JCP, lembrando, por exemplo, que existem «dois polos afastados vários quilómetros», «inauguram-se polos de ensino sem cantinas, só com bar» e «a biblioteca tem várias deficiências». Na Universidade da Beira Interior, outro exemplo, «no início do ano foi encerrada a cantina da Boavista» e há «falta de material para as actividades lectivas».
A estes problemas juntam-se as questões nacionais que influenciam a situação das instituições, nomeadamente «Bolonha», o «Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior», o «corte na Acção Social» e a «vontade de privatizar o ensino superior».
A juventude trabalhadora também encontra graves problemas na região, sendo a falta de emprego o principal. «Os governos têm atacado, de forma brutal, os jovens trabalhadores da região. Não se investe em criação de aparelho produtivo, empurram-se os jovens para a precariedade e os baixos salários, aprova-se um código de trabalho que vem legalizar a precariedade», denuncia a JCP, que, no encontro, manifestou solidariedade com o povo palestiniano e condenou Israel pelo massacre e pela ocupação do território da Palestina.
Évora
Estudantes sem água quente
«Os estudantes alojados na Residência Estudantil, Portas de Moura, da Universidade de Évora, encontram-se sem água quente desde Outubro de 2008», denuncia, em nota de imprensa, a JCP, lembrando que existe ainda «uma infiltração que os obriga a viver com a água a cair pelas paredes».
Alegando «falta de condições económicas» a Reitoria ainda não resolveu estes problemas. «Desde já responsabilizamos os sucessivos governos, especialmente o actual, do PS, que têm contribuído para esta e outras situações, através de políticas de desinvestimento que só servem para elitizar e destruir o ensino superior público, demonstrando uma total falta de respeito pelos direitos dos estudantes», acusam os jovens comunistas de Évora.
«No ensino secundário, os jovens encontram escolas com salas pré-fabricadas que não têm aquecimento, pisos em madeiras que não estão fixos ao chão», falta de «gimnodesportivos para a prática de educação física», de «material informático» e de «material nas bibliotecas», acusam os jovens comunistas, criticando ainda a inexistência de educação sexual nas escolas, o estatuto do aluno, os carregamentos mínimos de cartões de estudantes no valor de três euros, os exames nacionais e as notas mínimas, a falta de democracia nas escolas e de condições de transporte.
No ensino superior a situação não é melhor. «No Instituto Politécnico de Castelo Branco os estudantes sofrem as consequências das políticas do Governo», adverte a JCP, lembrando, por exemplo, que existem «dois polos afastados vários quilómetros», «inauguram-se polos de ensino sem cantinas, só com bar» e «a biblioteca tem várias deficiências». Na Universidade da Beira Interior, outro exemplo, «no início do ano foi encerrada a cantina da Boavista» e há «falta de material para as actividades lectivas».
A estes problemas juntam-se as questões nacionais que influenciam a situação das instituições, nomeadamente «Bolonha», o «Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior», o «corte na Acção Social» e a «vontade de privatizar o ensino superior».
A juventude trabalhadora também encontra graves problemas na região, sendo a falta de emprego o principal. «Os governos têm atacado, de forma brutal, os jovens trabalhadores da região. Não se investe em criação de aparelho produtivo, empurram-se os jovens para a precariedade e os baixos salários, aprova-se um código de trabalho que vem legalizar a precariedade», denuncia a JCP, que, no encontro, manifestou solidariedade com o povo palestiniano e condenou Israel pelo massacre e pela ocupação do território da Palestina.
Évora
Estudantes sem água quente
«Os estudantes alojados na Residência Estudantil, Portas de Moura, da Universidade de Évora, encontram-se sem água quente desde Outubro de 2008», denuncia, em nota de imprensa, a JCP, lembrando que existe ainda «uma infiltração que os obriga a viver com a água a cair pelas paredes».
Alegando «falta de condições económicas» a Reitoria ainda não resolveu estes problemas. «Desde já responsabilizamos os sucessivos governos, especialmente o actual, do PS, que têm contribuído para esta e outras situações, através de políticas de desinvestimento que só servem para elitizar e destruir o ensino superior público, demonstrando uma total falta de respeito pelos direitos dos estudantes», acusam os jovens comunistas de Évora.