Plenários na CP
A partir de segunda-feira, dia 26, vão realizar-se plenários e reuniões nos locais de trabalho da CP, por todo o País, para «esclarecer, organizar e agir», face à proposta do conselho de gerência para revisão do Acordo de Empresa.
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, que recebeu sexta-feira a proposta patronal, afirma que esta confirma tudo o que dissemos anteriormente», pois «visa aumentar a jornada de trabalho, para poder reduzir a remuneração dos trabalhadores, e visa, também, retirar direitos hoje consignados no AE».
O CG pretende, designadamente, introduzir as transferências «por necessidades de serviço», dando ao trabalhador, como alternativa, em determinadas situações, a possibilidade de rescisão do contrato; alargar o horário de trabalho, aplicando «horários intermitentes», concentrando o horário semanal em três ou quatro dias, com o prolongamento da jornada até 12 horas, e aplicar o sistema de «banco de horas», para estender os horários até 12 horas diárias e 60 semanais. A proposta do CG prevê ainda o fim do complemento do subsídio de doença, a limitação do direito à greve, quer por via dos «serviços mínimos» muito acima dos que têm sido determinados pelo colégio arbitral, quer pela proibição de greves durante a vigência do acordo – alerta o SNTSF/CGTP-IN.
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, que recebeu sexta-feira a proposta patronal, afirma que esta confirma tudo o que dissemos anteriormente», pois «visa aumentar a jornada de trabalho, para poder reduzir a remuneração dos trabalhadores, e visa, também, retirar direitos hoje consignados no AE».
O CG pretende, designadamente, introduzir as transferências «por necessidades de serviço», dando ao trabalhador, como alternativa, em determinadas situações, a possibilidade de rescisão do contrato; alargar o horário de trabalho, aplicando «horários intermitentes», concentrando o horário semanal em três ou quatro dias, com o prolongamento da jornada até 12 horas, e aplicar o sistema de «banco de horas», para estender os horários até 12 horas diárias e 60 semanais. A proposta do CG prevê ainda o fim do complemento do subsídio de doença, a limitação do direito à greve, quer por via dos «serviços mínimos» muito acima dos que têm sido determinados pelo colégio arbitral, quer pela proibição de greves durante a vigência do acordo – alerta o SNTSF/CGTP-IN.