Milhões para o sector automóvel
O plano do Governo para apoio às empresas do sector automóvel, anunciado recentemente e que envolve cerca de 900 milhões de euros, deve ter como consequência imediata que os patrões deixem de tentar despedir ou impor mais sacrifícios aos trabalhadores.
Para a Fiequimetal/CGTP-IN, que na semana passada divulgou um comunicado a exigir o fim da «escandalosa campanha de ameaças e chantagens», é preciso ter em conta que, «se há reais dificuldades, estas resultam das políticas que levaram à escandalosa concentração da riqueza e ao agravamento das desigualdades».
Depois de lembrar «os sacrifícios que ao longo dos anos têm sido impostos aos trabalhadores, enquanto os gestores e accionistas beneficiaram dos lucros obtidos à custa dos baixos salários, da precariedade e dos elevados ritmos de trabalho», a Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgica, Química, Farmacêutica, Eléctrica, Energia e Minas questiona «onde estão esses lucros» e se «não deveriam eles servir agora para enfrentar as dificuldades que dizem existir».
Contra o «clima de alarmismo social, que está a ser deliberadamente criado e ampliado, com o objectivo de enfraquecer a resistência e desarmar os trabalhadores», a federação defende que a resposta destes «só pode passar por exigir o respeito pelos direitos em vigor; recusar qualquer acordo a título individual; exigir sempre a negociação com os representantes sindicais e a decisão colectiva dos trabalhadores; reclamar aumentos salariais, pois só a melhoria generalizada do poder de compra pode dinamizar a economia do País; não aceitar nenhuma medida que, a pretexto de responder a uma situação pontual, possa pôr em causa os direitos no futuro».
Para a Fiequimetal/CGTP-IN, que na semana passada divulgou um comunicado a exigir o fim da «escandalosa campanha de ameaças e chantagens», é preciso ter em conta que, «se há reais dificuldades, estas resultam das políticas que levaram à escandalosa concentração da riqueza e ao agravamento das desigualdades».
Depois de lembrar «os sacrifícios que ao longo dos anos têm sido impostos aos trabalhadores, enquanto os gestores e accionistas beneficiaram dos lucros obtidos à custa dos baixos salários, da precariedade e dos elevados ritmos de trabalho», a Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgica, Química, Farmacêutica, Eléctrica, Energia e Minas questiona «onde estão esses lucros» e se «não deveriam eles servir agora para enfrentar as dificuldades que dizem existir».
Contra o «clima de alarmismo social, que está a ser deliberadamente criado e ampliado, com o objectivo de enfraquecer a resistência e desarmar os trabalhadores», a federação defende que a resposta destes «só pode passar por exigir o respeito pelos direitos em vigor; recusar qualquer acordo a título individual; exigir sempre a negociação com os representantes sindicais e a decisão colectiva dos trabalhadores; reclamar aumentos salariais, pois só a melhoria generalizada do poder de compra pode dinamizar a economia do País; não aceitar nenhuma medida que, a pretexto de responder a uma situação pontual, possa pôr em causa os direitos no futuro».