Mais lutas em 2009
«Vamos continuar a lutar, nomeadamente contra a retirada de direitos, a perda de poder de compra e uma legislação laboral que penaliza gravemente os trabalhadores», assegurou Ana Avoila na sexta-feira, durante uma acção de protesto frente ao Ministério das Finanças, em Lisboa. A coordenadora da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, citada pela agência Lusa, antecipou que 2009 vai ser um ano de várias manifestações, de forma a dar expressão ao descontentamento dos trabalhadores com a política levada a cabo por este Governo. Entre outras, «uma grande acção de luta» está a ser preparada pelos sindicatos para o primeiro trimestre do novo ano.
No dia 18, a Frente Comum dos Sindicatos mobilizou algumas dezenas de dirigentes e, numa acção simbólica, que se prolongou por mais de uma hora, manteve uma «roda da resistência» frente ao Ministério de Teixeira dos Santos, que tutela a Administração Pública. Como «presentes» para a árvore de Natal do ministro, foram ali deixadas caixas forradas a preto, com mensagens reivindicativas.
A Frente Comum, que integra três dezenas de estruturas representativas de mais de 300 mil associados, lembrou ali exigências, como a valorização dos salários, a revogação do Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas, carreiras profissionais dignas, o fim do SIADAP e uma avaliação justa e sem quotas (como o actual limite de cinco por cento para a classificação excelente), contra a mobilidade especial e a precariedade.
No dia 18, a Frente Comum dos Sindicatos mobilizou algumas dezenas de dirigentes e, numa acção simbólica, que se prolongou por mais de uma hora, manteve uma «roda da resistência» frente ao Ministério de Teixeira dos Santos, que tutela a Administração Pública. Como «presentes» para a árvore de Natal do ministro, foram ali deixadas caixas forradas a preto, com mensagens reivindicativas.
A Frente Comum, que integra três dezenas de estruturas representativas de mais de 300 mil associados, lembrou ali exigências, como a valorização dos salários, a revogação do Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas, carreiras profissionais dignas, o fim do SIADAP e uma avaliação justa e sem quotas (como o actual limite de cinco por cento para a classificação excelente), contra a mobilidade especial e a precariedade.