Natal sem Hospital
Milhares de pessoas participaram, sábado, dia 20 de Dezembro, no Pavilhão Municipal da Torre da Marinha, em mais uma iniciativa de reivindicação do Hospital do Seixal.
Recorde-se que, mais uma vez, a construção do Hospital no Seixal não integra o Plano de Investimentos do Orçamento de Estado (PIDDAC) e que a 14 e a 31 de Outubro de 2008, a ministra da Saúde subverteu as prioridades estabelecidas no Despacho n.º 12891/2006, de 31 de Maio de 2006, ao fazer o anúncio do lançamento dos concursos para a construção dos hospitais de Póvoa de Varzim/Vila do Conde e Évora. Estas unidades de saúde, colocados respectivamente, como 6.ª e 4.ª prioridades, ultrapassam assim os interesses das populações do Seixal, Sesimbra e Almada, já que o Hospital no Seixal está reconhecido como a 3.ª prioridade dos novos hospitais a construir.
«Vamos continuar a lutar com firmeza, com determinação, mas também com muita alegria», afirmou, na ocasião, Joaquim Judas, presidente da Assembleia Municipal do Seixal, lembrando, ao Governo, a grande unidade que existe, também no concelho, em torno da exigência da construção desta unidade de saúde. «Estou convencido de que nada nem ninguém vai impedir que o Hospital do Seixal seja uma realidade», acrescentou.
Por seu lado, Alfredo Monteiro, presidente da autarquia, saudando os autarcas, as comissões de utentes, as instituições e as pessoas ali presentes, alertou para a importância de o Governo assumir o acordo estratégico que formaliza vários aspectos do hospital, como a localização ou os acessos.
Alertar para problemas
Esta iniciativa, a cargo da Plataforma «Juntos pelo Hospital no Concelho do Seixal», contou com a participação de vários artistas, nomeadamente os «Tocá Rufar», «Nuno Lopes», «Tina», «Olga Villanova», os «Banza», os «Chullage», «Dany Silva» e os «Alcoolémia», que, com a sua presença, se associaram às exigências das populações.
Um grande espectáculo deram ainda «As Batoqueiras», uma formação composta por mulheres, jovens e menos jovens, que trouxeram até à Torre da Marinha os ritmos africanos e o calor das suas danças. Na sua actuação, as batoqueiras convidaram vários amigos a subir ao palco, nomeadamente a presidente da Junta de Freguesia de Amora, Odete Gonçalves. Autarca que, numa curta e muito aplaudida intervenção, alertou para os muitos problemas sentidos pela população. «Na Freguesia de Amora, não temos médicos de família suficientes», denunciou, entoando com uma palavra de ordem: «Queremos um Hospital para o Seixal».
Ao longo de toda a tarde, por parte dos restantes presidentes das juntas de freguesia do concelho, foram ainda denunciados os problemas locais, tais como a falta de médicos e de profissionais da saúde, de equipamentos, de especialidades, entre muitas outras lacunas.
Recorde-se que, mais uma vez, a construção do Hospital no Seixal não integra o Plano de Investimentos do Orçamento de Estado (PIDDAC) e que a 14 e a 31 de Outubro de 2008, a ministra da Saúde subverteu as prioridades estabelecidas no Despacho n.º 12891/2006, de 31 de Maio de 2006, ao fazer o anúncio do lançamento dos concursos para a construção dos hospitais de Póvoa de Varzim/Vila do Conde e Évora. Estas unidades de saúde, colocados respectivamente, como 6.ª e 4.ª prioridades, ultrapassam assim os interesses das populações do Seixal, Sesimbra e Almada, já que o Hospital no Seixal está reconhecido como a 3.ª prioridade dos novos hospitais a construir.
«Vamos continuar a lutar com firmeza, com determinação, mas também com muita alegria», afirmou, na ocasião, Joaquim Judas, presidente da Assembleia Municipal do Seixal, lembrando, ao Governo, a grande unidade que existe, também no concelho, em torno da exigência da construção desta unidade de saúde. «Estou convencido de que nada nem ninguém vai impedir que o Hospital do Seixal seja uma realidade», acrescentou.
Por seu lado, Alfredo Monteiro, presidente da autarquia, saudando os autarcas, as comissões de utentes, as instituições e as pessoas ali presentes, alertou para a importância de o Governo assumir o acordo estratégico que formaliza vários aspectos do hospital, como a localização ou os acessos.
Alertar para problemas
Esta iniciativa, a cargo da Plataforma «Juntos pelo Hospital no Concelho do Seixal», contou com a participação de vários artistas, nomeadamente os «Tocá Rufar», «Nuno Lopes», «Tina», «Olga Villanova», os «Banza», os «Chullage», «Dany Silva» e os «Alcoolémia», que, com a sua presença, se associaram às exigências das populações.
Um grande espectáculo deram ainda «As Batoqueiras», uma formação composta por mulheres, jovens e menos jovens, que trouxeram até à Torre da Marinha os ritmos africanos e o calor das suas danças. Na sua actuação, as batoqueiras convidaram vários amigos a subir ao palco, nomeadamente a presidente da Junta de Freguesia de Amora, Odete Gonçalves. Autarca que, numa curta e muito aplaudida intervenção, alertou para os muitos problemas sentidos pela população. «Na Freguesia de Amora, não temos médicos de família suficientes», denunciou, entoando com uma palavra de ordem: «Queremos um Hospital para o Seixal».
Ao longo de toda a tarde, por parte dos restantes presidentes das juntas de freguesia do concelho, foram ainda denunciados os problemas locais, tais como a falta de médicos e de profissionais da saúde, de equipamentos, de especialidades, entre muitas outras lacunas.