Um Partido em que o povo pode confiar
«Foi o Congresso de um Partido forte e unido, com objectivos claros, um Partido que propõe para o País uma política alternativa que, cada dia que passa, se torna mais incontornável e mais urgente».
A política de direita afunda o País e castiga os portugueses
Dois dias passados sobre a sua realização, quando ainda frescas na memória estavam as imagens dos seus trabalhos, do ambiente fraterno e combativo que o marcou e da atitude e projecto revolucionário que lhe conferem um papel e lugar únicos na sociedade portuguesa, foram ainda os ecos do XVIII Congresso do PCP que chegaram à Assembleia da República, pela voz do presidente do Grupo Parlamentar comunista, Bernardino Soares.
Numa declaração política proferida em nome da sua bancada, falando da Resolução Política aprovada pelos delegados comunistas presentes no Campo Pequeno, lembrou que no momento em que os «Governos da política neoliberal e de direita, como o Governo de José Sócrates, fingem hipocritamente no discurso reconverter-se à social-democracia keynesiana (enquanto na prática continuam a servir os grandes grupos económicos, a promover privatizações, concessões e outros bons negócios para o capital), prova-se mais uma vez que o problema não são os excessos de radicais liberais, é o próprio sistema capitalista e a sua natureza exploradora, parasitária e agressiva».
Sobre os trabalhos do Congresso, em particular sobre algumas das principais matérias nele presentes, recordou que foi dada «uma resposta inequívoca ao carácter inaceitável e inconstitucional das leis dos partidos e do seu financiamento, da sua inaceitável intenção de ingerência e condicionamento da livre organização dos partidos, tal como nos garante a Constituição».
Mas a principal e mais importante nota a reter da reunião magna dos comunistas, no entender de Bernardino Soares, é a de se saber, «nestes tempos de crise e de acentuação das desigualdades e da exploração», com «o que podem os portugueses esperar do PCP na saída deste XVIII Congresso».
«Podem contar com uma intervenção reforçada na luta contra as injustiças e as desigualdades. Podem contar com o PCP na luta contra a política de direita do Governo PS. Podem contar com o PCP na proposta de uma política alternativa e de esquerda que resolva os problemas dos portugueses e do País», garantiu o líder parlamentar comunista, afiançando que os portugueses «podem contar com o PCP para exigir uma verdadeira mudança política». Uma mudança, explicitou, «que não pode ser menos do que uma ruptura inequívoca com a política de direita, por uma alternativa de esquerda», que represente «um claro virar de página na modorra da política de direita que governo após governo afunda o país e castiga os portugueses». Objectivo este que «é não só possível como imprescindível», sendo por ele que os comunistas se batem, rematou.
Numa declaração política proferida em nome da sua bancada, falando da Resolução Política aprovada pelos delegados comunistas presentes no Campo Pequeno, lembrou que no momento em que os «Governos da política neoliberal e de direita, como o Governo de José Sócrates, fingem hipocritamente no discurso reconverter-se à social-democracia keynesiana (enquanto na prática continuam a servir os grandes grupos económicos, a promover privatizações, concessões e outros bons negócios para o capital), prova-se mais uma vez que o problema não são os excessos de radicais liberais, é o próprio sistema capitalista e a sua natureza exploradora, parasitária e agressiva».
Sobre os trabalhos do Congresso, em particular sobre algumas das principais matérias nele presentes, recordou que foi dada «uma resposta inequívoca ao carácter inaceitável e inconstitucional das leis dos partidos e do seu financiamento, da sua inaceitável intenção de ingerência e condicionamento da livre organização dos partidos, tal como nos garante a Constituição».
Mas a principal e mais importante nota a reter da reunião magna dos comunistas, no entender de Bernardino Soares, é a de se saber, «nestes tempos de crise e de acentuação das desigualdades e da exploração», com «o que podem os portugueses esperar do PCP na saída deste XVIII Congresso».
«Podem contar com uma intervenção reforçada na luta contra as injustiças e as desigualdades. Podem contar com o PCP na luta contra a política de direita do Governo PS. Podem contar com o PCP na proposta de uma política alternativa e de esquerda que resolva os problemas dos portugueses e do País», garantiu o líder parlamentar comunista, afiançando que os portugueses «podem contar com o PCP para exigir uma verdadeira mudança política». Uma mudança, explicitou, «que não pode ser menos do que uma ruptura inequívoca com a política de direita, por uma alternativa de esquerda», que represente «um claro virar de página na modorra da política de direita que governo após governo afunda o país e castiga os portugueses». Objectivo este que «é não só possível como imprescindível», sendo por ele que os comunistas se batem, rematou.