A luta de classes continua
Uma centena de pessoas participou, dia 10, no principal auditório da Universidade da Beira Interior, na Covilhã, num debate sobre os 160 anos do Manifesto do Partido Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels. Entre os presentes encontravam-se muitos não comunistas – operários, sindicalistas, professores.
Na ocasião, José Barata-Moura realçou a importância de tornar «actuante» os ensinamentos daquela obra, que permanece actual. Em sua opinião, o Manifesto não perdeu actualidade porque «fala de um modo estruturante de produzir e de reproduzir o viver económico e social». Que, com alterações, «persiste na sua matriz e lógica fundamentais», com as suas contradições, assimetrias e crises.
Para o professor universitário e militante do PCP, é necessário «lutar por estabelecer uma base de sustentação nova, nas condições e à altura das exigências do tempo que, removendo e superando a existente, recoloque a humanidade em caminhos de desenvolvimento qualificante».
Já a luta de classes, quer esteja «escancarada, amortecida, mascarada ou objecto de mistificações múltiplas», continua a «irromper pela nossa actualidade», realçou o académico.
Na sessão, falou-se também nos 95 anos de Álvaro Cunhal, que se assinalavam nesse dia, na Revolução de Outubro e no XVIII Congresso do Partido.
Na ocasião, José Barata-Moura realçou a importância de tornar «actuante» os ensinamentos daquela obra, que permanece actual. Em sua opinião, o Manifesto não perdeu actualidade porque «fala de um modo estruturante de produzir e de reproduzir o viver económico e social». Que, com alterações, «persiste na sua matriz e lógica fundamentais», com as suas contradições, assimetrias e crises.
Para o professor universitário e militante do PCP, é necessário «lutar por estabelecer uma base de sustentação nova, nas condições e à altura das exigências do tempo que, removendo e superando a existente, recoloque a humanidade em caminhos de desenvolvimento qualificante».
Já a luta de classes, quer esteja «escancarada, amortecida, mascarada ou objecto de mistificações múltiplas», continua a «irromper pela nossa actualidade», realçou o académico.
Na sessão, falou-se também nos 95 anos de Álvaro Cunhal, que se assinalavam nesse dia, na Revolução de Outubro e no XVIII Congresso do Partido.