Confirmada vitória da FSLN
O Conselho Supremo Eleitoral (CSE) da Nicarágua confirmou a vitória da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) nas autárquicas realizadas, dia 9, no país. O partido liderado por Daniel Ortega, actualmente no governo, conquistou 101 das 132 câmaras municipais em disputa e recolheu mais votos que os somados por todos os partidos da oposição.
Em Manágua, palco de diversos confrontos entre apoiantes da FNLN e do Partido Liberal Constitucionalista (PLC), na semana passada, os partidários do candidato da Frente, Alexis Arguello, continuam a festejar a vitória. Quanto ao banqueiro Eduardo Montealegre, candidato do PLC na maior cidade nicaraguense, insiste em não reconhecer a vitória de Arguello alegando fraude eleitoral, e convocou para anteontem uma nova marcha de protesto nas ruas da capital.
Montealegre defende ainda a revisão exaustiva das quase 12 mil actas eleitorais, respeitantes a outras tantas assembleias de voto e, de acordo com informações veiculadas pela Prensa Latina, exige que esse escrutínio se faça na presença de observadores do Centro Carter, da Organização de Estados Americanos (OEA), e de outras duas organizações que abertamente contestam a autoridade e imparcialidade do CSE.
A estrutura responsável pela realização das consultas populares na Nicarágua abriu uma excepção ao aceder às reivindicações do PLC em Manágua. Do apuramento resultou a confirmação da vitória da Frente Sandinista, mas mesmo assim Montealegre perssiste no não reconhecimento do escrutínio.
Manobra desestabilizadora
A contestação dos resultados por parte do PLC estendeu-se à cidade de León, onde o candidato dos liberais constitucionalistas reclama igualmente o sufrágio. Montealegre e outros dirigentes da oposição saíram de Manágua para se juntarem às iniciativas convocadas pela direita na região Ocidental do país, mas os militantes sandinistas barricaram a estrada e impediram o avanço da caravana.
Entretanto, os países membros da Alternativa Bolivariana (ALBA) reconheceram os resultados eleitorais e acusaram os EUA de fomentar no país as manobras desestabilizadoras da oposição.
Num comunicado emitido a partir de Caracas, a ALBA sublinha que o triunfo da FSLN se junta a outras vitórias eleitorais das forças progressistas, populares e de esquerda na América Latina, manifesta a sua solidariedade para com o povo nicaraguense e exorta a oposição e os norte-americanos a aceitarem os resultados, tal como fez, no passado, a Frente Sandinista, sublinham.
Em Manágua, palco de diversos confrontos entre apoiantes da FNLN e do Partido Liberal Constitucionalista (PLC), na semana passada, os partidários do candidato da Frente, Alexis Arguello, continuam a festejar a vitória. Quanto ao banqueiro Eduardo Montealegre, candidato do PLC na maior cidade nicaraguense, insiste em não reconhecer a vitória de Arguello alegando fraude eleitoral, e convocou para anteontem uma nova marcha de protesto nas ruas da capital.
Montealegre defende ainda a revisão exaustiva das quase 12 mil actas eleitorais, respeitantes a outras tantas assembleias de voto e, de acordo com informações veiculadas pela Prensa Latina, exige que esse escrutínio se faça na presença de observadores do Centro Carter, da Organização de Estados Americanos (OEA), e de outras duas organizações que abertamente contestam a autoridade e imparcialidade do CSE.
A estrutura responsável pela realização das consultas populares na Nicarágua abriu uma excepção ao aceder às reivindicações do PLC em Manágua. Do apuramento resultou a confirmação da vitória da Frente Sandinista, mas mesmo assim Montealegre perssiste no não reconhecimento do escrutínio.
Manobra desestabilizadora
A contestação dos resultados por parte do PLC estendeu-se à cidade de León, onde o candidato dos liberais constitucionalistas reclama igualmente o sufrágio. Montealegre e outros dirigentes da oposição saíram de Manágua para se juntarem às iniciativas convocadas pela direita na região Ocidental do país, mas os militantes sandinistas barricaram a estrada e impediram o avanço da caravana.
Entretanto, os países membros da Alternativa Bolivariana (ALBA) reconheceram os resultados eleitorais e acusaram os EUA de fomentar no país as manobras desestabilizadoras da oposição.
Num comunicado emitido a partir de Caracas, a ALBA sublinha que o triunfo da FSLN se junta a outras vitórias eleitorais das forças progressistas, populares e de esquerda na América Latina, manifesta a sua solidariedade para com o povo nicaraguense e exorta a oposição e os norte-americanos a aceitarem os resultados, tal como fez, no passado, a Frente Sandinista, sublinham.