Iraque

Os EUA vão permanecer pelo menos até Dezembro de 2011 no Iraque. A garantia é dada pelos termos do acordo alcançado, domingo, entre os governos de Bagdad e Washington.
Caso a situação se altere, as tropas norte-americanas podem permanecer por mais tempo, mas nesse caso o documento agora subscrito terá que ser revisto, considerou o almirante Michael Mullen, chefe de Estado-maior das Forças Armadas dos EUA.
No mesmo dia em que os EUA e o Iraque anunciaram o fim do diálogo sobre a ocupação do território por militares americanos, o recentemente eleito presidente norte-americano, Barack Obama, confirmou, numa entrevista concedida à CBS, que a retirada do Iraque é uma das suas prioridades assim que chegar à Casa Branca.
A ideia, disse Obama, é concluir o processo durante o ano de 2010 deixando no terreno apenas «unidades de combate ao terrorismo». Desse modo, disse o ex-candidato Democrata, será possível deslocar homens e meios para o Afeganistão, uma guerra que classificou como prioritária na sua linha de política externa.
A deterioração crescente do conflito na Ásia Central justifica, segundo expressou Obama na entrevista, «o esforço dos norte-americanos». Obama reiterou também a intenção de capturar Osama Bin Laden como parte da estratégia para desmantelar a al Qaeda, explicou.
Quanto ao campo de concentração de Guantanamo, Barack Obama prometeu desmantelar as instalações, acrescentando igualmente ao rol de promessas a garantia de que os EUA não vão torturar mais prisioneiros, nem em Guantanamo, nem noutras prisões congéneres.


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