Bloqueio rechaçado na ONU
A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou, quarta-feira, dia 29, uma resolução que condena o bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos EUA contra Cuba. A favor do documento manifestaram-se 185 dos 192 países que integram a Organização, enquanto que ao lado dos EUA estiveram apenas Israel e Palau. Micronésia e Ilhas Marshal abstiveram-se.
Na sua intervenção perante o plenário da ONU, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba frisou que o bloqueio norte-americano em vigor há quase meio século é o principal obstáculo ao progresso económico e social de Cuba. Felipe Pérez Roque lembrou que 70 por cento da população «passou toda a sua vida sob esta política irracional e inútil, que procura, sem êxito, colocar de joelhos o povo cubano».
Roque sublinhou ainda que a votação da moção ocorre em circunstâncias muito particulares, nomeadamente após a passagem pela ilha dos furacões Ike e Gustav. Neste contexto, acrescentou o chefe da diplomacia de Havana, importa não esquecer que o impacto económico do bloqueio num ano equivale à estimativa dos danos provocados pela passagem dos furacões, sendo que estes são fenómenos naturais que, lamentavelmente, não podem ser evitados, ao passo que «o bloqueio é uma política genocida e ilegítima».
Na sua intervenção perante o plenário da ONU, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba frisou que o bloqueio norte-americano em vigor há quase meio século é o principal obstáculo ao progresso económico e social de Cuba. Felipe Pérez Roque lembrou que 70 por cento da população «passou toda a sua vida sob esta política irracional e inútil, que procura, sem êxito, colocar de joelhos o povo cubano».
Roque sublinhou ainda que a votação da moção ocorre em circunstâncias muito particulares, nomeadamente após a passagem pela ilha dos furacões Ike e Gustav. Neste contexto, acrescentou o chefe da diplomacia de Havana, importa não esquecer que o impacto económico do bloqueio num ano equivale à estimativa dos danos provocados pela passagem dos furacões, sendo que estes são fenómenos naturais que, lamentavelmente, não podem ser evitados, ao passo que «o bloqueio é uma política genocida e ilegítima».