Crescer na banca
Realizou-se no dia 25 a VI Assembleia da Organização dos Bancários Comunistas do Porto, que contou com a participação de Jorge Pires, da Comissão Política. Os delegados apreciaram e debateram o relatório de actividades, fazendo um balanço da actividade desenvolvida desde a anterior assembleia, em Outubro de 2006. Foi também eleito o novo organismo de direcção do sector.
Na assembleia, foi igualmente abordada e debatida a actual crise do capitalismo – apresentada como crise financeira – e cujas consequências se farão sentir nos trabalhadores do sector bancário. Aliás, alertaram os comunistas, fala-se já em reestruturações no sector – que, como a experiência mostra significa redução de postos de trabalho.
Face à actual situação do sector, e aos possíveis desenvolvimentos futuros, a assembleia considerou ser fundamental o reforço da intervenção política do Partido no sector. O contributo dos comunistas para o fortalecimento da capacidade de luta das organizações sindicais de classe – SINTAF, de âmbito geral; e STEC na Caixa Geral de Depósitos – e comissões de trabalhadores foi também considerado como condição essencial para a defesa dos direitos dos trabalhadores.
Transversal a estes objectivos é o reforço da organização dos bancários comunistas. O recrutamento surgiu como questão prioritária, para garantir a sua renovação e rejuvenescimento e para compensar a passagem de outros militantes à reforma. Foi também realçada a importância de fazer chegar de forma mais célere e eficaz as posições do Partido aos militantes e aos restantes trabalhadores bancários.
Na assembleia, foi igualmente abordada e debatida a actual crise do capitalismo – apresentada como crise financeira – e cujas consequências se farão sentir nos trabalhadores do sector bancário. Aliás, alertaram os comunistas, fala-se já em reestruturações no sector – que, como a experiência mostra significa redução de postos de trabalho.
Face à actual situação do sector, e aos possíveis desenvolvimentos futuros, a assembleia considerou ser fundamental o reforço da intervenção política do Partido no sector. O contributo dos comunistas para o fortalecimento da capacidade de luta das organizações sindicais de classe – SINTAF, de âmbito geral; e STEC na Caixa Geral de Depósitos – e comissões de trabalhadores foi também considerado como condição essencial para a defesa dos direitos dos trabalhadores.
Transversal a estes objectivos é o reforço da organização dos bancários comunistas. O recrutamento surgiu como questão prioritária, para garantir a sua renovação e rejuvenescimento e para compensar a passagem de outros militantes à reforma. Foi também realçada a importância de fazer chegar de forma mais célere e eficaz as posições do Partido aos militantes e aos restantes trabalhadores bancários.