Todos por Cuba!
As notícias que nos continuam a chegar de Cuba são um pesado testemunho da devastação a que este país foi sujeito pela passagem dos dois furacões pela ilha e pela tempestade tropical que a assolou.
As últimas informações das consequências da catástrofe natural que assolou Cuba são de facto impressionantes: cerca de cinco mil milhões de Dólares de prejuízos; 500 mil casas afectadas, 63249 das quais totalmente destruídas; mais de um milhão de hectares de culturas agrícolas afectados, completamente destruídos ou inundados; perdas de cerca de 700 mil toneladas de alimentos; perda de cerca de meio milhão de aves e sérios danos na produção suína; 137 torres de alta tensão destruídas, 4500 postes eléctricos tombados, sete portos marítimos encerrados e milhares de quilómetros de estradas danificados ou destruídos, são alguns dos dados elucidativos das dificuldades com que o povo e o governo cubanos estão confrontados.
Mas, ainda que num quadro de grande catástrofe, as notícias que nos chegam de Cuba, bem como de muitos outros pontos do mundo, imprimem esperança e confiança na capacidade de Cuba recuperar da destruição a que foi sujeita e evidenciam a capacidade de organização do Estado Cubano na resposta a tamanha adversidade, bem expressa no número de 7 mortos vítimas da catástrofe.
Contrariando toda a campanha anti-comunista contra Cuba assente na ideia de um país isolado internacionalmente, as notícias de ajuda humanitária, quer por parte de agências da ONU quer por parte de muitos países, nomeadamente países com poucos recursos, sucedem-se. As toneladas de ajuda alimentar chegam a Cuba às centenas em dezenas de voos e sucedem-se as notícias de campanhas, como a que se desenrola presentemente em Portugal sob o lema «Cuba por todos, todos por Cuba», que se lançam na mobilização de massas para a recolha de géneros alimentares e fundos para a reconstrução em Cuba.
Cuba sofre assim os efeitos de um novo furacão: o da solidariedade. Uma chuva de apoio e amizade que expõe ao ridículo as cínicas manobras de hipocrisia dos EUA relativamente a Cuba que, esses sim isolados politicamente, tentam mitigar a criminosa decisão de, mesmo nestas circunstâncias, manter o bloqueio a Cuba.
As últimas informações das consequências da catástrofe natural que assolou Cuba são de facto impressionantes: cerca de cinco mil milhões de Dólares de prejuízos; 500 mil casas afectadas, 63249 das quais totalmente destruídas; mais de um milhão de hectares de culturas agrícolas afectados, completamente destruídos ou inundados; perdas de cerca de 700 mil toneladas de alimentos; perda de cerca de meio milhão de aves e sérios danos na produção suína; 137 torres de alta tensão destruídas, 4500 postes eléctricos tombados, sete portos marítimos encerrados e milhares de quilómetros de estradas danificados ou destruídos, são alguns dos dados elucidativos das dificuldades com que o povo e o governo cubanos estão confrontados.
Mas, ainda que num quadro de grande catástrofe, as notícias que nos chegam de Cuba, bem como de muitos outros pontos do mundo, imprimem esperança e confiança na capacidade de Cuba recuperar da destruição a que foi sujeita e evidenciam a capacidade de organização do Estado Cubano na resposta a tamanha adversidade, bem expressa no número de 7 mortos vítimas da catástrofe.
Contrariando toda a campanha anti-comunista contra Cuba assente na ideia de um país isolado internacionalmente, as notícias de ajuda humanitária, quer por parte de agências da ONU quer por parte de muitos países, nomeadamente países com poucos recursos, sucedem-se. As toneladas de ajuda alimentar chegam a Cuba às centenas em dezenas de voos e sucedem-se as notícias de campanhas, como a que se desenrola presentemente em Portugal sob o lema «Cuba por todos, todos por Cuba», que se lançam na mobilização de massas para a recolha de géneros alimentares e fundos para a reconstrução em Cuba.
Cuba sofre assim os efeitos de um novo furacão: o da solidariedade. Uma chuva de apoio e amizade que expõe ao ridículo as cínicas manobras de hipocrisia dos EUA relativamente a Cuba que, esses sim isolados politicamente, tentam mitigar a criminosa decisão de, mesmo nestas circunstâncias, manter o bloqueio a Cuba.