Os perigos da política belicista
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), evocando o dia 1 de Setembro de 1939, data em que teve início a II Guerra Mundial (a partir de um falso incidente provocado pelo nazismo alemão na estação de rádio de Gleiwitz, junto da fronteira com a Polónia), considera que os «perigos de um holocausto» são uma realidade que não pode ser escamoteada, em virtude da «actual política armamentista e belicista».
Numa declaração emitida no início desta semana a propósito do aniversário do início da guerra que iria custar a vida a 50 milhões de pessoas, numa inenarrável vaga de destruição e sofrimento que se prolongaria por seis anos, o CPPC alerta para a «corrida desenfreada aos armamentos», o «atropelo ao direito internacional», as «provocações entre Estados», a «criação de um clima de medo e a conquista de fontes de matérias-primas e respectivas rotas de transporte», tudo «à custa de centenas de milhares de mortes e sem o menor respeito pela dignidade humana».
«O equilíbrio e avanços civilizacionais que os povos exigiram após a II Grande Guerra estão a ser destruídos», tal como a «libertação de povos do sistema colonialista está a ser substituída por novas colónias», adverte o CPPC em comunicado significativamente intitulado «para que não se repita» e onde refere que a «ganância e ambição hegemónica dos EUA e alguns outros Estados seus aliados podem provocar, tal como no passado, um choque entre potências com trágicas consequências para a humanidade».
Convicta de que a paz é possível e de que esta é o «maior bem da humanidade», aquela organização lança ainda um apelo à «congregação de esforços» no sentido da criação de um grande movimento contra a guerra.
Numa declaração emitida no início desta semana a propósito do aniversário do início da guerra que iria custar a vida a 50 milhões de pessoas, numa inenarrável vaga de destruição e sofrimento que se prolongaria por seis anos, o CPPC alerta para a «corrida desenfreada aos armamentos», o «atropelo ao direito internacional», as «provocações entre Estados», a «criação de um clima de medo e a conquista de fontes de matérias-primas e respectivas rotas de transporte», tudo «à custa de centenas de milhares de mortes e sem o menor respeito pela dignidade humana».
«O equilíbrio e avanços civilizacionais que os povos exigiram após a II Grande Guerra estão a ser destruídos», tal como a «libertação de povos do sistema colonialista está a ser substituída por novas colónias», adverte o CPPC em comunicado significativamente intitulado «para que não se repita» e onde refere que a «ganância e ambição hegemónica dos EUA e alguns outros Estados seus aliados podem provocar, tal como no passado, um choque entre potências com trágicas consequências para a humanidade».
Convicta de que a paz é possível e de que esta é o «maior bem da humanidade», aquela organização lança ainda um apelo à «congregação de esforços» no sentido da criação de um grande movimento contra a guerra.