Crianças checas sem lugar na creche
Uma em cada duas crianças em idade pré-escolar na República Checa viu recusada a sua inscrição numa creche por falta de lugares. Após durante 15 anos terem encerrado a vasta rede pública construída no período socialista, as autarquias do país não conseguem dar resposta às necessidades das famílias.
Os encerramentos foram a seu tempo justificados com a diminuição da natalidade registada nos anos 90, mas tiveram igualmente motivações ideológicas, já que, em oposição às políticas anteriores que incentivam a educação pública, o novo poder apostou no alargamento das licenças de maternidade durante três ou quatro anos.
O problema é que a maioria das mulheres, por razões económicas e de realização pessoal, prefere regressar ao seu emprego, confiando os filhos a estabelecimentos competentes.
Sem meios para construir novas creches, uma vez que os antigos edifícios foram entretanto vendidos, o governo promete agora benefícios fiscais aos privados e empresas que decidam criar estruturas de acolhimento dos petizes.
Os encerramentos foram a seu tempo justificados com a diminuição da natalidade registada nos anos 90, mas tiveram igualmente motivações ideológicas, já que, em oposição às políticas anteriores que incentivam a educação pública, o novo poder apostou no alargamento das licenças de maternidade durante três ou quatro anos.
O problema é que a maioria das mulheres, por razões económicas e de realização pessoal, prefere regressar ao seu emprego, confiando os filhos a estabelecimentos competentes.
Sem meios para construir novas creches, uma vez que os antigos edifícios foram entretanto vendidos, o governo promete agora benefícios fiscais aos privados e empresas que decidam criar estruturas de acolhimento dos petizes.