Mulheres são alvo principal
«As mulheres são as principais vítimas (embora não as únicas) da violação dos direitos humanos, do ataque aos direitos laborais, da dita flexigurança, do trabalho precário e mal pago, do desemprego e das suas consequências na pobreza, no tráfico de seres humanos e na prostituição», considerou Ilda Figueiredo na audição realizada dia 10, no Parlamento Europeu, sob o tema «Violação dos direitos das mulheres».
Nesta iniciativa organizada pelo Grupo Confederal Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica (GUE/NGL), a deputada do PCP sublinhou que «a crescente violação dos direitos das mulheres», testemunhada por diversas intervenções de representantes dos vários continentes, é consequência «da globalização capitalista e do neoliberalismo».
Ilda Figueiredo manifestou ainda «a solidariedade do GUE/NGL com todas as mulheres vítimas desta violação dos direitos fundamentais», e reafirmou o seu empenhamento na luta pelo respeito e cumprimento de todos os direitos das mulheres.
Como oradora convidada, Odete Santos, membro do CC do PCP, tomou a palavra para
destacar a importância da Lei 61/91, aprovada em Portugal na sequência de uma iniciativa do PCP, que «protege as mulheres vítimas de crimes violentos, e não só vítimas de violência doméstica».
«E como não o haveria de ser numa sociedade globalizada capitalista, onde a suprema violência surge com a recente crise alimentar gravíssima, o que liga indubitavelmente o problema da violência aos problemas de desenvolvimento. Relação que a Organização Mundial de Saúde, nos seus documentos estabelece com perfeição. A violência é um problema criminal, um problema de direitos humanos e um problema de saúde pública», salientou Odete Santos.
Nesta iniciativa organizada pelo Grupo Confederal Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Verde Nórdica (GUE/NGL), a deputada do PCP sublinhou que «a crescente violação dos direitos das mulheres», testemunhada por diversas intervenções de representantes dos vários continentes, é consequência «da globalização capitalista e do neoliberalismo».
Ilda Figueiredo manifestou ainda «a solidariedade do GUE/NGL com todas as mulheres vítimas desta violação dos direitos fundamentais», e reafirmou o seu empenhamento na luta pelo respeito e cumprimento de todos os direitos das mulheres.
Como oradora convidada, Odete Santos, membro do CC do PCP, tomou a palavra para
destacar a importância da Lei 61/91, aprovada em Portugal na sequência de uma iniciativa do PCP, que «protege as mulheres vítimas de crimes violentos, e não só vítimas de violência doméstica».
«E como não o haveria de ser numa sociedade globalizada capitalista, onde a suprema violência surge com a recente crise alimentar gravíssima, o que liga indubitavelmente o problema da violência aos problemas de desenvolvimento. Relação que a Organização Mundial de Saúde, nos seus documentos estabelece com perfeição. A violência é um problema criminal, um problema de direitos humanos e um problema de saúde pública», salientou Odete Santos.