Ficção Científica
Desde que a palavra robot foi cunhada em 1920 por Josef Kapec, e foi utilizada no ano seguinte pelo seu irmão Karel numa peça de teatro, que os robots têm vindo a ocupar um espaço crescente no nosso mundo.
Não é preciso dizer nomes para se constatar que, em países que todos conhecemos, alguns robots atingiram já elevadas posições no Estado. É por isso importante que estejamos a par das propriedades que identificam um robot, para os podermos identificar em caso de necessidade (para mais informação, consultar a Wikipédia).
Assim o robot:
não é «natural», ou seja, foi criado artificialmente;
pode ter uma relação sensível com o ambiente circundante, e manipular ou interagir com objectos nele existentes;
tem alguma capacidade para realizar escolhas relacionadas com o ambiente envolvente, em regra utilizando controlos automáticos ou sequências pré programadas;
é programável;
move-se segundo um ou mais eixos de rotação ou translação;
realiza com destreza movimentos coordenados;
aparenta ter um objectivo.
Munidos deste guia de análise rapidamente verificamos que o universo dos políticos burgueses foi invadido por robots.
São formatados no mesmo modelo. Gastam rios de dinheiro com agências de imagem, mas o que são essas agências senão grandes equipas de programadores? Os seus assessores, economistas, ideólogos, não se guiam pelo mesmo livro de instruções, do qual os capítulos «pensamento único» e «neoliberalismo» não podiam já estar mais gastos? Se se verificam acelerados movimentos de translação, nomeadamente em direcção à direita, se a sua acção é movida por orientações visivelmente não-humanas, isso não faz sentido? Claro que sim.
Há uma outra circunstância em que é também possível identificar o robot, mesmo bem disfarçado: é quando se verifica uma falha de programação.
Nada do que está dito antes tem a ver com o facto de Sócrates fumar onde não deve, ou, defendendo-se de uma moção de censura, ter afirmado que «há motivos de sobra para censurar o Governo».
Por outro lado, é ou não verdade que pelo menos um entre os candidatos à liderança do PSD é francamente um robot?
Não é preciso dizer nomes para se constatar que, em países que todos conhecemos, alguns robots atingiram já elevadas posições no Estado. É por isso importante que estejamos a par das propriedades que identificam um robot, para os podermos identificar em caso de necessidade (para mais informação, consultar a Wikipédia).
Assim o robot:
não é «natural», ou seja, foi criado artificialmente;
pode ter uma relação sensível com o ambiente circundante, e manipular ou interagir com objectos nele existentes;
tem alguma capacidade para realizar escolhas relacionadas com o ambiente envolvente, em regra utilizando controlos automáticos ou sequências pré programadas;
é programável;
move-se segundo um ou mais eixos de rotação ou translação;
realiza com destreza movimentos coordenados;
aparenta ter um objectivo.
Munidos deste guia de análise rapidamente verificamos que o universo dos políticos burgueses foi invadido por robots.
São formatados no mesmo modelo. Gastam rios de dinheiro com agências de imagem, mas o que são essas agências senão grandes equipas de programadores? Os seus assessores, economistas, ideólogos, não se guiam pelo mesmo livro de instruções, do qual os capítulos «pensamento único» e «neoliberalismo» não podiam já estar mais gastos? Se se verificam acelerados movimentos de translação, nomeadamente em direcção à direita, se a sua acção é movida por orientações visivelmente não-humanas, isso não faz sentido? Claro que sim.
Há uma outra circunstância em que é também possível identificar o robot, mesmo bem disfarçado: é quando se verifica uma falha de programação.
Nada do que está dito antes tem a ver com o facto de Sócrates fumar onde não deve, ou, defendendo-se de uma moção de censura, ter afirmado que «há motivos de sobra para censurar o Governo».
Por outro lado, é ou não verdade que pelo menos um entre os candidatos à liderança do PSD é francamente um robot?