Por um sector público forte e dinâmico
Realizou-se recentemente, em Lisboa, a 8.ª Assembleia do Sector das Comunicações, Água e Energia (SCAE) daquela organização regional do Partido.
Os direitos dos trabalhadores têm sido prejudicados em detrimento dos lucros
A Assembleia, que contou com a participação de 58 delegados, teve como lema «Um sector público forte e dinâmico, uma nova política ao serviço dos trabalhadores e do País». A intervenção de encerramento esteve a cargo de Vasco Cardoso, da Comissão Política.
O reforço do Partido nas empresas e locais de trabalho, orientação central do Partido, terá sido, porventura, o tema mais abordado nesta assembleia. Assim, ficou decidido trabalhar para a criação de mais organismos de base, que possibilitem uma maior aproximação dos comunistas aos trabalhadores. Para o recrutamento, foi determinada uma meta de 25 novos membros do Partido nas empresas destes sectores até final do ano.
A responsabilização de novos quadros, em especial de jovens, e a continuação do trabalho de formação política e ideológica foram também assumidas como prioridades, assim como uma maior difusão da imprensa do Partido – Avante! e O Militante –, a melhoria da informação e propaganda próprias do sector e uma mais cuidada recolha de fundos, em especial de quotização.
Os delegados assumiram também o compromisso de fomentar a maior contribuição possível dos militantes do SCAE nas várias fases de preparação do XVIII Congresso do Partido.
O Organismo de Direcção foi eleito por unanimidade, tendo ficado constituído por 39 elementos, 12 dos quais assumem estas funções pela primeira vez.
No que aos sectores de actividade diz respeito, os comunistas defendem a necessidade de um sector público forte e dinâmico, orientado a garantir o desenvolvimento integrado, a promoção da actividade económica nacional, ao serviço do povo e do País e não dos grandes grupos económicos e financeiros. O sector empresarial do Estado, realçam, tem de ter um papel produtivo e não meramente regulador. A sua obrigação é promover uma política de emprego, de melhoria das condições de vida e salvaguarda dos direitos dos trabalhadores.
Precisamente o oposto do que sucede actualmente, com os trabalhadores e os seus direitos a serem sacrificados em detrimento da garantia de lucros para os accionistas.
Os comunistas exigem que se pare de imediato com as privatizações. Por outro lado, o papel do Estado deverá ser reforçado, garantindo-lhe uma «posição determinante» nas empresas estratégicas, como são a EDP, a PT, a Petrogal/GDP, EPAL e CTT. Neste último caso, embora seja uma empresa de capitais públicos, encontra-se «seriamente ameaçada» com a liberalização dos serviços postais. No final, Vasco Cardoso afirmou ser preciso e necessário «romper com a política de direita e inverter o rumo seguido nos últimos 32 anos».
O reforço do Partido nas empresas e locais de trabalho, orientação central do Partido, terá sido, porventura, o tema mais abordado nesta assembleia. Assim, ficou decidido trabalhar para a criação de mais organismos de base, que possibilitem uma maior aproximação dos comunistas aos trabalhadores. Para o recrutamento, foi determinada uma meta de 25 novos membros do Partido nas empresas destes sectores até final do ano.
A responsabilização de novos quadros, em especial de jovens, e a continuação do trabalho de formação política e ideológica foram também assumidas como prioridades, assim como uma maior difusão da imprensa do Partido – Avante! e O Militante –, a melhoria da informação e propaganda próprias do sector e uma mais cuidada recolha de fundos, em especial de quotização.
Os delegados assumiram também o compromisso de fomentar a maior contribuição possível dos militantes do SCAE nas várias fases de preparação do XVIII Congresso do Partido.
O Organismo de Direcção foi eleito por unanimidade, tendo ficado constituído por 39 elementos, 12 dos quais assumem estas funções pela primeira vez.
No que aos sectores de actividade diz respeito, os comunistas defendem a necessidade de um sector público forte e dinâmico, orientado a garantir o desenvolvimento integrado, a promoção da actividade económica nacional, ao serviço do povo e do País e não dos grandes grupos económicos e financeiros. O sector empresarial do Estado, realçam, tem de ter um papel produtivo e não meramente regulador. A sua obrigação é promover uma política de emprego, de melhoria das condições de vida e salvaguarda dos direitos dos trabalhadores.
Precisamente o oposto do que sucede actualmente, com os trabalhadores e os seus direitos a serem sacrificados em detrimento da garantia de lucros para os accionistas.
Os comunistas exigem que se pare de imediato com as privatizações. Por outro lado, o papel do Estado deverá ser reforçado, garantindo-lhe uma «posição determinante» nas empresas estratégicas, como são a EDP, a PT, a Petrogal/GDP, EPAL e CTT. Neste último caso, embora seja uma empresa de capitais públicos, encontra-se «seriamente ameaçada» com a liberalização dos serviços postais. No final, Vasco Cardoso afirmou ser preciso e necessário «romper com a política de direita e inverter o rumo seguido nos últimos 32 anos».