Pela paz, contra o imperialismo
Mais de 400 delegados em representação de 82 países elegeram, em Caracas, os novos órgãos executivos do Conselho Mundial da Paz (CMP).
Socorro Gomes, responsável do Centro Brasileiro de Solidariedade e Luta pela Paz (Cebrapaz), foi designada para a presidência do CMP, substituindo o cubano Orlando Fundora, dirigente que, nas palavras de Socorro Gomes, trouxe ao CMP «a força e a combatividade do heróico povo cubano».
Para além da presidência, os participantes sufragaram o Comité Executivo do CMP, constituído por 40 membros, o seu Secretariado, com 13 membros de todos os continentes, e reconduziram Anastassis Pafilis, eurodeputado do Partido Comunista da Grécia, no cargo de secretário-geral da organização.
Na primeira intervenção como presidente do Conselho da Paz, Socorro Gomes sublinhou que a luta pela paz no mundo de hoje é uma «causa nobre e elevada, mas o caminho é complexo e tortuoso» face à multiplicação de «guerras de agressão», à «militarização do planeta» e à «instrumentalização da ONU pelo imperialismo norte-americano».
Apesar das inquietações levantadas, Socorro Gomes considerou que nos encontramos «no limiar de uma nova primavera dos povos» e instou o CMP a converter-se numa «mola propulsora da causa da paz», capaz de promover «iniciativas audaciosas, que dêem à ação caráter de massas antiimperialista».
Socorro Gomes, responsável do Centro Brasileiro de Solidariedade e Luta pela Paz (Cebrapaz), foi designada para a presidência do CMP, substituindo o cubano Orlando Fundora, dirigente que, nas palavras de Socorro Gomes, trouxe ao CMP «a força e a combatividade do heróico povo cubano».
Para além da presidência, os participantes sufragaram o Comité Executivo do CMP, constituído por 40 membros, o seu Secretariado, com 13 membros de todos os continentes, e reconduziram Anastassis Pafilis, eurodeputado do Partido Comunista da Grécia, no cargo de secretário-geral da organização.
Na primeira intervenção como presidente do Conselho da Paz, Socorro Gomes sublinhou que a luta pela paz no mundo de hoje é uma «causa nobre e elevada, mas o caminho é complexo e tortuoso» face à multiplicação de «guerras de agressão», à «militarização do planeta» e à «instrumentalização da ONU pelo imperialismo norte-americano».
Apesar das inquietações levantadas, Socorro Gomes considerou que nos encontramos «no limiar de uma nova primavera dos povos» e instou o CMP a converter-se numa «mola propulsora da causa da paz», capaz de promover «iniciativas audaciosas, que dêem à ação caráter de massas antiimperialista».