Dia Nacional de Luta do Ensino Secundário
Um pouco por todo o país, os estudantes do Ensino Secundário manifestaram-se, quinta-feira, contra as políticas educativas do Governo, reivindicando, nomeadamente, o fim dos exames nacionais, a implementação da educação sexual e melhores condições materiais nas escolas.
Estamos a lutar por melhores condições na escola
Os estudantes assinalaram o dia 31 de Janeiro como o Dia Nacional de Luta do Ensino Secundário, exigindo «uma educação pública, gratuita e de qualidade» e defendendo «uma escola democrática».
Em Lisboa, os alunos concentraram-se às 10h30 no Marquês de Pombal, seguindo depois em desfile até ao Ministério da Educação, na Avenida 5 de Outubro, reclamando melhores condições humanas e materiais nas escolas, contra os exames nacionais, o novo estatuto do aluno e a retirada dos estudantes dos órgãos de gestão das escolas.
«Estamos a lutar por melhores condições na escola. Não concordamos com o novo estatuto do aluno, com a sobrecarga horária, a sobrelotação das turmas e as aulas de substituição», afirmou, ao Avante!, Inês Lisboa, sublinhando que se o Governo não atender às exigências dos estudantes, estes não vão desistir «até que nos ouçam».
Em Sintra, os estudantes concentraram-se junto à Estação da Portela de Sintra, seguindo até ao edifício da Câmara Municipal. Participaram neste protesto as secundárias de Matias Aires, Portela de Sintra, Leal da Câmara e Ferreira Dias.
Em Almada, os alunos saíram das escolas Fernão Mendes Pinto, Monte da Caparica, Emídio Navarro, António Gedeão, Cacilhas-tejo, Ruy Luís Gomes e Romeu Correia, juntaram-se nos Paços do Concelho e desfilaram até à Praça São João Baptista.
No Seixal, a concentração realizou-se no Parque Urbano das Paivas, estando envolvidas as secundárias de Amora, Manuel Cargaleiro, Alfredo dos Reis Silveira, João de Barros e José Afonso.
«Quem não salta é do Governo»
De igual forma, no Porto, mais de uma centena de estudantes concentraram-se junto à Câmara Municipal e seguiram depois, em marcha, para as instalações da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN). Durante o percurso gritaram palavras de ordem como «Quem não salta é do Governo» e «Mentirosos, mentirosos».
As faixas empunhadas pelos jovens, que faltaram às aulas para participar neste protesto, eram alusivas às suas principais reivindicações, exigindo nomeadamente «Uma escola pública, gratuita, de qualidade e democrática».
Os estudantes entregaram, depois, na DREN uma carta reivindicativa com as suas principais exigências, esperando que o documento possa chegar às mãos do Governo.
Realizaram-se ainda protestos em Esmoriz, onde foi votada uma moção exigindo um investimento sério na educação, Estarreja, Espinho, Ovar, Matosinhos e Guimarães.
Na Marinha Grande os estudantes da escola Calazans Duarte e Pinhal do Rei foram recebidos pelo presidente da Câmara que manifestou o seu apoio junto dos alunos.
Em Lisboa, os alunos concentraram-se às 10h30 no Marquês de Pombal, seguindo depois em desfile até ao Ministério da Educação, na Avenida 5 de Outubro, reclamando melhores condições humanas e materiais nas escolas, contra os exames nacionais, o novo estatuto do aluno e a retirada dos estudantes dos órgãos de gestão das escolas.
«Estamos a lutar por melhores condições na escola. Não concordamos com o novo estatuto do aluno, com a sobrecarga horária, a sobrelotação das turmas e as aulas de substituição», afirmou, ao Avante!, Inês Lisboa, sublinhando que se o Governo não atender às exigências dos estudantes, estes não vão desistir «até que nos ouçam».
Em Sintra, os estudantes concentraram-se junto à Estação da Portela de Sintra, seguindo até ao edifício da Câmara Municipal. Participaram neste protesto as secundárias de Matias Aires, Portela de Sintra, Leal da Câmara e Ferreira Dias.
Em Almada, os alunos saíram das escolas Fernão Mendes Pinto, Monte da Caparica, Emídio Navarro, António Gedeão, Cacilhas-tejo, Ruy Luís Gomes e Romeu Correia, juntaram-se nos Paços do Concelho e desfilaram até à Praça São João Baptista.
No Seixal, a concentração realizou-se no Parque Urbano das Paivas, estando envolvidas as secundárias de Amora, Manuel Cargaleiro, Alfredo dos Reis Silveira, João de Barros e José Afonso.
«Quem não salta é do Governo»
De igual forma, no Porto, mais de uma centena de estudantes concentraram-se junto à Câmara Municipal e seguiram depois, em marcha, para as instalações da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN). Durante o percurso gritaram palavras de ordem como «Quem não salta é do Governo» e «Mentirosos, mentirosos».
As faixas empunhadas pelos jovens, que faltaram às aulas para participar neste protesto, eram alusivas às suas principais reivindicações, exigindo nomeadamente «Uma escola pública, gratuita, de qualidade e democrática».
Os estudantes entregaram, depois, na DREN uma carta reivindicativa com as suas principais exigências, esperando que o documento possa chegar às mãos do Governo.
Realizaram-se ainda protestos em Esmoriz, onde foi votada uma moção exigindo um investimento sério na educação, Estarreja, Espinho, Ovar, Matosinhos e Guimarães.
Na Marinha Grande os estudantes da escola Calazans Duarte e Pinhal do Rei foram recebidos pelo presidente da Câmara que manifestou o seu apoio junto dos alunos.