Greve nos hipermercados
A grande distribuição comercial foi afectada, na sexta-feira, 1, em França, por uma greve que pela primeira vez abrangeu os 650 mil trabalhadores do sector.
A histórica jornada de protesto, convocada pela CGT, FO e CFGT, registou uma surpreendente adesão que, segundo os sindicatos, perturbou o funcionamento de 80 por cento dos hipermercados, 65 a 70 por cento dos supermercados e 50 por cento das unidades de logística. Alguns estabelecimentos não chegaram a abrir as portas.
A greve teve como objectivos a recuperação do poder de compra, a melhoria das condições de trabalho, designadamente em relação aos horários, e o respeito pelo repouso ao domingo.
Os sindicatos denunciam a utilização abusiva do emprego a tempo parcial e exigem a elevação da sua duração mínima para 30 horas. Para além da precariedade e dos baixos salários, a alteração semanal dos horários de trabalho é outra prática que agrava a exploração no sector.
A histórica jornada de protesto, convocada pela CGT, FO e CFGT, registou uma surpreendente adesão que, segundo os sindicatos, perturbou o funcionamento de 80 por cento dos hipermercados, 65 a 70 por cento dos supermercados e 50 por cento das unidades de logística. Alguns estabelecimentos não chegaram a abrir as portas.
A greve teve como objectivos a recuperação do poder de compra, a melhoria das condições de trabalho, designadamente em relação aos horários, e o respeito pelo repouso ao domingo.
Os sindicatos denunciam a utilização abusiva do emprego a tempo parcial e exigem a elevação da sua duração mínima para 30 horas. Para além da precariedade e dos baixos salários, a alteração semanal dos horários de trabalho é outra prática que agrava a exploração no sector.