Repor o prémio aos mineiros
Porque retiraram o prémio mensal de produção do mês de Maio aos trabalhadores mineiros que aderiram à greve geral, foram instauradas contra-ordenações às empresas que exploram as minas alentejanas do distrito de Beja, Somincor, em Castro Verde, e Pirites Alentejanas, em Aljustrel, pela Autoridade para as Condições de Trabalho, ACT.
A decisão decorre de uma denúncia feita à ACT pelos trabalhadores das empresas do grupo sueco Lundin Mining, a quem estão concessionadas as minas.
O levantamento dos autos foi anunciado um dia depois de uma reunião, dia 12, entre o director regional da ACT e uma delegação do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira.
Jacinto Anacleto, dirigente do STIM/CGTP-IN salientou que a supressão dos prémios configura uma violação do Código do Trabalho. Também denunciou a falta de condições de segurança na mina de Aljustrel e as cargas horárias «ilegais, excessivas e desumanas» que os mineiros são sujeitos, particularmente os das Pirites e de uma empresa subcontratada que abrem os acessos ao filão mineiro. Chegam a cumprir 40 horas semanais de trabalho, quando a lei apenas permite 32.
A decisão decorre de uma denúncia feita à ACT pelos trabalhadores das empresas do grupo sueco Lundin Mining, a quem estão concessionadas as minas.
O levantamento dos autos foi anunciado um dia depois de uma reunião, dia 12, entre o director regional da ACT e uma delegação do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira.
Jacinto Anacleto, dirigente do STIM/CGTP-IN salientou que a supressão dos prémios configura uma violação do Código do Trabalho. Também denunciou a falta de condições de segurança na mina de Aljustrel e as cargas horárias «ilegais, excessivas e desumanas» que os mineiros são sujeitos, particularmente os das Pirites e de uma empresa subcontratada que abrem os acessos ao filão mineiro. Chegam a cumprir 40 horas semanais de trabalho, quando a lei apenas permite 32.