Desenvolvimento e desigualdades na agenda de Pequim
Encerraram no domingo os trabalhos do XVII Congresso do Partido Comunista da China (PCCh). Hu Jintao viu ratificada a moção que aponta o desenvolvimento, o combate às desigualdades sociais e a luta contra a degradação do ambiente como as principais prioridades do governo nos próximos cinco anos.
O documento aprovado pelos mais de 2200 delegados presentes na assembleia magna do PCCh, procura conciliar o rápido desenvolvimento das forças produtivas no país - sobretudo as que incorporam ou fabricam componentes tecnológicos – com o combate ao fosso entre ricos e pobres ou a diminuição das assimetrias regionais.
As linhas fundamentais do texto defendido por Hu Jintao, intitulado «perspectiva científica para o desenvolvimento», obrigaram mesmo à introdução no programa do PCCh de conceitos como o de «desenvolvimento sustentado» e «sociedade harmoniosa».
Durante a intervenção de encerramento, o secretário-geral comunista sublinhou que a partido tem que «liderar o povo na compreensão e no aproveitamento deste importante período de oportunidades estratégicas», objectivo que terá que ser acompanhado pela rápida diminuição da pobreza e da exclusão social, e pela implementação de medidas concretas de preservação do meio ambiente e dos recursos naturais, acrescentou.
O Congresso elegeu ainda os 371 membros do comité central, dos quais 204 são efectivos e 167 são suplentes, bem como os 127 militantes que integram a comissão de disciplina, órgão particularmente atento aos fenómenos de corrupção, frisou a agência de notícias chinesa.
CC elege Comité Permanente
Entretanto, segunda-feira, reuniu pela primeira vez o novo CC. Hu Jintao foi reconduzido na liderança do partido e para o comité permanente entram quatro novos nomes num total de nove.
Para além de Jintao, mantêm-se em funções Wen Jiabao, Wu Bangguo, Jia Qinglin e Li Changchun. Xi Jinping, Li Keqiang, He Guoqiang e Zhou Yongkang são as novidades no CP, embora os dois últimos fossem já membros do politburo.
O documento aprovado pelos mais de 2200 delegados presentes na assembleia magna do PCCh, procura conciliar o rápido desenvolvimento das forças produtivas no país - sobretudo as que incorporam ou fabricam componentes tecnológicos – com o combate ao fosso entre ricos e pobres ou a diminuição das assimetrias regionais.
As linhas fundamentais do texto defendido por Hu Jintao, intitulado «perspectiva científica para o desenvolvimento», obrigaram mesmo à introdução no programa do PCCh de conceitos como o de «desenvolvimento sustentado» e «sociedade harmoniosa».
Durante a intervenção de encerramento, o secretário-geral comunista sublinhou que a partido tem que «liderar o povo na compreensão e no aproveitamento deste importante período de oportunidades estratégicas», objectivo que terá que ser acompanhado pela rápida diminuição da pobreza e da exclusão social, e pela implementação de medidas concretas de preservação do meio ambiente e dos recursos naturais, acrescentou.
O Congresso elegeu ainda os 371 membros do comité central, dos quais 204 são efectivos e 167 são suplentes, bem como os 127 militantes que integram a comissão de disciplina, órgão particularmente atento aos fenómenos de corrupção, frisou a agência de notícias chinesa.
CC elege Comité Permanente
Entretanto, segunda-feira, reuniu pela primeira vez o novo CC. Hu Jintao foi reconduzido na liderança do partido e para o comité permanente entram quatro novos nomes num total de nove.
Para além de Jintao, mantêm-se em funções Wen Jiabao, Wu Bangguo, Jia Qinglin e Li Changchun. Xi Jinping, Li Keqiang, He Guoqiang e Zhou Yongkang são as novidades no CP, embora os dois últimos fossem já membros do politburo.