Bloqueio a Cuba é criminoso
O Sindicato Único dos Trabalhadores da Indústria Nuclear do México exigiu esta segunda-feira que a ONU tome medidas firmes para pôr fim ao bloqueio dos EUA contra Cuba.
Em declarações à Prensa Latina (PL), Arturo Delfín Loya, secretário-general do sindicato, sublinhou que a persistente guerra económica contra a ilha, para além dos problemas que coloca a vários níveis da vida quotidiana – designadamente nos sectores alimentar e medicamentoso –, visa refrear o desenvolvimento científico e tecnológico cubano, pois os EUA sabem que quando uma nação é soberana nesse aspecto, é soberana sobre os seus recursos naturais.
Lembrando que a intenção dos EUA é empobrecer Cuba para a poder submeter, Delfín Loya, que é também secretário de União Internacional de Trabalhadores da Energia e professor em ciências nucleares, advoga que é mais do que tempo de a ONU responder a essa política com acções concretas, e fazer respeitar as sucessivas resoluções adoptadas pelas Nações Unidas contra o bloqueio, que os EUA ignoram.
Recorda-se que, no ano passado, 183 das 188 nações representadas na Assembleia Geral da ONU se pronunciaram pelo levantamento do bloqueio a Cuba.
Segundo Loya, os mexicanos também conhecem o peso das arbitrariedades de Washington, que se serve das suas empresas tansnacionais para impor políticas que podem ser consideradas racistas.
Contra o bloqueio pronunciaram-se igualmente os deputados da Unidad Revolucionaria Nacional Guatemalteca e do Movimiento Amplio de Izquierda (URNG-MAIZ), que anunciaram recentemente a intenção de apresentar uma resolução ao Congresso da Guatemala repudiando a agressão norte-americana a Cuba, que dura há mais de 45 anos.
«A política norte-americana foi sempre intervencionista e de desrespeito pela autodeterminação dos povos», afirmou Alfredo de León, da URNG-MAIZ, que em declarações à PL enfatizou o facto de a Casa Branca acumular derrotas no respeitante a Cuba, pois nunca logrou «pôr de joelhos o povo cubano, nem deter a Revolução». Também Silvia Solórzano, do comité executivo da URNG, está convicta de que os EUA vão ser novamente derrotados na Assembleia Geral da ONU, com a comunidade internacional a apoiar a resolução de Cuba contra o bloqueio.
Para os deputados guatelmatecos, o cerco económico, comercial e financeiro – que em 45 anos terá provocado perdas de mais de 89 mil milhões de dólares – constitui um verdadeiro crime contra o povo cubano a que é urgente pôr termo.
Eleições em Cuba
Entretanto, realizaram-se neste domingo, 21, as eleições municipais cubanas, que registaram uma elevada participação, segundo afirmou à imprensa a presidente da Comissão Eleitoral Nacional (CEN), María Esther Reus.
De acordo com a CEN, votaram cerca de 90% dos 8 376 234 inscritos. Em disputa estavam 15 236 lugares para conselheiros (que irão integrar as 169 Assembleias Municipais do Poder Popular), a que se apresentaram 37 258 candidatos.
Os resultados oficiais ainda estavam a ser apurados no encerramento da nossa edição, havendo a possibilidade de se realizar uma segunda volta a 28 de Outubro em caso de empate ou de ninguém obter mais de 50% dos votos.
Em declarações à Prensa Latina (PL), Arturo Delfín Loya, secretário-general do sindicato, sublinhou que a persistente guerra económica contra a ilha, para além dos problemas que coloca a vários níveis da vida quotidiana – designadamente nos sectores alimentar e medicamentoso –, visa refrear o desenvolvimento científico e tecnológico cubano, pois os EUA sabem que quando uma nação é soberana nesse aspecto, é soberana sobre os seus recursos naturais.
Lembrando que a intenção dos EUA é empobrecer Cuba para a poder submeter, Delfín Loya, que é também secretário de União Internacional de Trabalhadores da Energia e professor em ciências nucleares, advoga que é mais do que tempo de a ONU responder a essa política com acções concretas, e fazer respeitar as sucessivas resoluções adoptadas pelas Nações Unidas contra o bloqueio, que os EUA ignoram.
Recorda-se que, no ano passado, 183 das 188 nações representadas na Assembleia Geral da ONU se pronunciaram pelo levantamento do bloqueio a Cuba.
Segundo Loya, os mexicanos também conhecem o peso das arbitrariedades de Washington, que se serve das suas empresas tansnacionais para impor políticas que podem ser consideradas racistas.
Contra o bloqueio pronunciaram-se igualmente os deputados da Unidad Revolucionaria Nacional Guatemalteca e do Movimiento Amplio de Izquierda (URNG-MAIZ), que anunciaram recentemente a intenção de apresentar uma resolução ao Congresso da Guatemala repudiando a agressão norte-americana a Cuba, que dura há mais de 45 anos.
«A política norte-americana foi sempre intervencionista e de desrespeito pela autodeterminação dos povos», afirmou Alfredo de León, da URNG-MAIZ, que em declarações à PL enfatizou o facto de a Casa Branca acumular derrotas no respeitante a Cuba, pois nunca logrou «pôr de joelhos o povo cubano, nem deter a Revolução». Também Silvia Solórzano, do comité executivo da URNG, está convicta de que os EUA vão ser novamente derrotados na Assembleia Geral da ONU, com a comunidade internacional a apoiar a resolução de Cuba contra o bloqueio.
Para os deputados guatelmatecos, o cerco económico, comercial e financeiro – que em 45 anos terá provocado perdas de mais de 89 mil milhões de dólares – constitui um verdadeiro crime contra o povo cubano a que é urgente pôr termo.
Eleições em Cuba
Entretanto, realizaram-se neste domingo, 21, as eleições municipais cubanas, que registaram uma elevada participação, segundo afirmou à imprensa a presidente da Comissão Eleitoral Nacional (CEN), María Esther Reus.
De acordo com a CEN, votaram cerca de 90% dos 8 376 234 inscritos. Em disputa estavam 15 236 lugares para conselheiros (que irão integrar as 169 Assembleias Municipais do Poder Popular), a que se apresentaram 37 258 candidatos.
Os resultados oficiais ainda estavam a ser apurados no encerramento da nossa edição, havendo a possibilidade de se realizar uma segunda volta a 28 de Outubro em caso de empate ou de ninguém obter mais de 50% dos votos.