Homenagem a Adriano
A Câmara de Lisboa atribuiu a Adriano Correia de Oliveira a medalha de ouro da cidade, a título póstumo. A autarquia aprovou, igualmente, a atribuição do nome de Adriano Correia de Oliveira à escola 181, nos Olivais, freguesia lisboeta onde viveu. Foi ainda aprovada uma recomendação à comissão de toponímia para que seja atribuída a uma rua de Lisboa o nome do cantor.
Anteontem, na Sociedade Voz do Operário, em Lisboa, José Fanha, Carlos Paulo e Maria do Céu Guerra leram poemas que Adriano Correia de Oliveira cantou. Foi ainda inaugurada uma exposição sobre o músico.
Hoje, no mesmo local, decorrerá o espectáculo «25 anos - 25 canções», que contará com a presença, entre outros, de Amélia Muge, Fausto, Fernando Tordo, Brigada Victor Jara, o padre Francisco Fanhais, Manuel Freire, Janita Salomé, Luís Represas, Pedro Abrunhosa, Paulo Carvalho e um grupo de guitarra e cantares de Coimbra.
No dia em que se assinalou os 25 anos da morte do cantor, terça-feira, o PCP associou-se «a todos aqueles que assinalam a obra e o papel de Adriano na música portuguesa».
«Para os comunistas fica a testemunho e a obra do grande homem, artista e revolucionário que Adriano foi, pelo que a mais justa homenagem que lhe pode ser prestada é dar continuidade à luta e às causas que ao longo da sua vida abraçou», lê-se numa nota do Gabinete de Imprensa do PCP.
Anteontem, na Sociedade Voz do Operário, em Lisboa, José Fanha, Carlos Paulo e Maria do Céu Guerra leram poemas que Adriano Correia de Oliveira cantou. Foi ainda inaugurada uma exposição sobre o músico.
Hoje, no mesmo local, decorrerá o espectáculo «25 anos - 25 canções», que contará com a presença, entre outros, de Amélia Muge, Fausto, Fernando Tordo, Brigada Victor Jara, o padre Francisco Fanhais, Manuel Freire, Janita Salomé, Luís Represas, Pedro Abrunhosa, Paulo Carvalho e um grupo de guitarra e cantares de Coimbra.
No dia em que se assinalou os 25 anos da morte do cantor, terça-feira, o PCP associou-se «a todos aqueles que assinalam a obra e o papel de Adriano na música portuguesa».
«Para os comunistas fica a testemunho e a obra do grande homem, artista e revolucionário que Adriano foi, pelo que a mais justa homenagem que lhe pode ser prestada é dar continuidade à luta e às causas que ao longo da sua vida abraçou», lê-se numa nota do Gabinete de Imprensa do PCP.