Falta de transparência na Câmara do Porto
A CDU do Porto classificou de «insultuosas» as declarações de Rui Rio sobre a concessão do Teatro Rivoli, afirmando que «caiu por terra» a credibilidade do presidente da Câmara do Porto.
Rui Rio demonstra o quanto está incomodado com a intervenção da CDU
Os eleitos do PCP reafirmaram assim a acusação feita na passada semana pelo vereador da CDU, Rui Sá, de que o aditamento ao contrato de concessão do teatro Rivoli à empresa «Todosaopalco» de Filipe La Féria «foi deliberadamente escondido do conhecimento público por Rui Rio». Esta medida exclui La Féria da obrigatoriedade de proceder ao pagamento de cinco por cento das receitas de bilheteiras (única contrapartida da Câmara pela entrega do Rivoli à exploração, apesar de todas as despesas).
«Foi graças à denúncia da CDU que se soube, pública e escandalosamente, que a empresa “Todosaopalco” ainda não pagou um cêntimo à Câmara do Porto pelo aluguer do Rivoli», acentuam os comunistas.
Para a CDU, «Rui Rio recorreu a expressões que extravasam muito o aceitável no debate de posições entre adversários políticos», ao acusar Rui Sá de «mentiroso».
«A reacção de Rui Rio com recurso ao insulto, demonstra o quanto está incomodado com a persistente, enérgica e fundamentada intervenção dos eleitos da CDU contra os aspectos negativos da sua gestão municipal», acusam os comunistas, que se recusam a participar num «concurso de adjectivos depreciativos» entre forças políticas e o sistema democrático.
«Foi graças à denúncia da CDU que se soube, pública e escandalosamente, que a empresa “Todosaopalco” ainda não pagou um cêntimo à Câmara do Porto pelo aluguer do Rivoli», acentuam os comunistas.
Para a CDU, «Rui Rio recorreu a expressões que extravasam muito o aceitável no debate de posições entre adversários políticos», ao acusar Rui Sá de «mentiroso».
«A reacção de Rui Rio com recurso ao insulto, demonstra o quanto está incomodado com a persistente, enérgica e fundamentada intervenção dos eleitos da CDU contra os aspectos negativos da sua gestão municipal», acusam os comunistas, que se recusam a participar num «concurso de adjectivos depreciativos» entre forças políticas e o sistema democrático.