Operários da construção manifestam-se
Cerca de seis mil operários da construção civil manifestaram-se, segunda-feira, 15, nas ruas das cidades suíças de Genebra, Berna e Neuchâtel em protexto contra a denúncia unilateral pelo patronato da convenção colectiva do sector.
Os sindicatos consideram que os salários, as condições de trabalho, a segurança e a protecção social dos operários deixam de estar garantidos e já anunciaram novas acções de luta para o próximo dia 1 de Novembro, data para que foi convocada uma greve em Zurique.
Com esta manobra o patronado pretende obter uma maior flexibilidade nos horários de trabalho e nos salários, fazendo depender as remunerações do mérito do trabalhador.
Contudo, as graves consequências sociais da ruptura da convenção começam a preocupar as próprias autoridades do país.
Remi Pagani, eleito no conselho administrativo da cidade de Genebra, afirmou à Euronews que tal situação significará «a selva, a guerra total ao nível das condições de vida das pessoas, ao nível dos preços e isso não será bom para a estabilidade e para a economia em geral».
Os sindicatos consideram que os salários, as condições de trabalho, a segurança e a protecção social dos operários deixam de estar garantidos e já anunciaram novas acções de luta para o próximo dia 1 de Novembro, data para que foi convocada uma greve em Zurique.
Com esta manobra o patronado pretende obter uma maior flexibilidade nos horários de trabalho e nos salários, fazendo depender as remunerações do mérito do trabalhador.
Contudo, as graves consequências sociais da ruptura da convenção começam a preocupar as próprias autoridades do país.
Remi Pagani, eleito no conselho administrativo da cidade de Genebra, afirmou à Euronews que tal situação significará «a selva, a guerra total ao nível das condições de vida das pessoas, ao nível dos preços e isso não será bom para a estabilidade e para a economia em geral».