Baixos níveis de literacia comprometem futuro
A deputada comunista Luísa Mesquita pediu esclarecimentos ao Governo sobre as medidas por este adoptadas para combater os baixos índices de literacia da população portuguesa, particularmente dos jovens abrangidos pela escolaridade obrigatóiria.
Em requerimento entregue há dias no Parlamento, a parlamentar do PCP começa por referir os muitos estudos feitos sobre esta problemática nos últimos anos, convergindo todos eles num preocupante diagnóstico quanto aos níveis de literacia dos portugueses.
Frágeis competências de literacia da população activa identificados sem apelo nem agravo no estudo nacional realizado em 1995. Na ocasião, inúmeras eram as fragilidades apontadas. Cinco anos depois, em 2000, de acordo com o PISA (Project For Internacional Student Assessment) - um projecto da responsabilidade da OCDE destinado a avaliar até que ponto os jovens que concluíram a escolaridade obrigatória dominam competências essenciais – a situação não sofreu qualquer alteração significativa, mantendo-se no fundamental.
As suas conclusões confirmam, como lembra a deputada comunista, que mais de 50 por cento dos jovens de 15 anos, integrados no sistema de ensino, não ultrapassavam o nível dois de literacia na área da leitura. Cerca de 10 por cento da população, por outro lado, ainda segundo as conclusões apuradas, estaria abaixo do nível um, também na área de leitura, numa escala de cinco.
Em requerimento entregue há dias no Parlamento, a parlamentar do PCP começa por referir os muitos estudos feitos sobre esta problemática nos últimos anos, convergindo todos eles num preocupante diagnóstico quanto aos níveis de literacia dos portugueses.
Frágeis competências de literacia da população activa identificados sem apelo nem agravo no estudo nacional realizado em 1995. Na ocasião, inúmeras eram as fragilidades apontadas. Cinco anos depois, em 2000, de acordo com o PISA (Project For Internacional Student Assessment) - um projecto da responsabilidade da OCDE destinado a avaliar até que ponto os jovens que concluíram a escolaridade obrigatória dominam competências essenciais – a situação não sofreu qualquer alteração significativa, mantendo-se no fundamental.
As suas conclusões confirmam, como lembra a deputada comunista, que mais de 50 por cento dos jovens de 15 anos, integrados no sistema de ensino, não ultrapassavam o nível dois de literacia na área da leitura. Cerca de 10 por cento da população, por outro lado, ainda segundo as conclusões apuradas, estaria abaixo do nível um, também na área de leitura, numa escala de cinco.