Dados e factos
Com base no Boletim Estatístico do Banco de Portugal, relativo a Junho, a CGTP compilou um conjunto de informações sobre a evolução recente do país, nomeadamente:
- A produção industrial teve uma quebra da ordem dos 5 por cento, entre Abril de 2002 e Abril de 2003, com diminuição mais acentuada nos bens de investimento (cerca de 17 por cento);
- Entre o primeiro trimestre de 2002 e o trimestre homólogo de 2003, houve uma quebra acentuada do grau de utilização da capacidade produtiva, sobretudo na indústria de bens de consumo (caiu de 79 para 73 por cento) e na fabricação de automóveis (de 94 para 91 por cento);
- Na construção civil e obras públicas, houve uma quebra de 24 por cento nas vendas de cimento e a carteira de encomendas reduziu-se de 14 para 10 semanas;
- Entre Abril de 2002 e Abril de 2003, a produção de energia baixou 10 por cento, a exportação diminuiu 39 por cento e a importação cresceu 15 por cento, destacando-se a diminuição do consumo de fuelóleo (menos 49 por cento).
Evidente
A execução orçamental do Estado, no período de Janeiro a Junho de 2003, face ao mesmo período do ano anterior, de acordo com o Ministério das Finanças, aponta para um abaixamento das cobranças do IRC (pago pelas empresas) em 25 por cento, em contraste com um aumento das receitas de IRS (pago quase na totalidade pelos trabalhadores por conta de outrem) em 5 por cento.
- A produção industrial teve uma quebra da ordem dos 5 por cento, entre Abril de 2002 e Abril de 2003, com diminuição mais acentuada nos bens de investimento (cerca de 17 por cento);
- Entre o primeiro trimestre de 2002 e o trimestre homólogo de 2003, houve uma quebra acentuada do grau de utilização da capacidade produtiva, sobretudo na indústria de bens de consumo (caiu de 79 para 73 por cento) e na fabricação de automóveis (de 94 para 91 por cento);
- Na construção civil e obras públicas, houve uma quebra de 24 por cento nas vendas de cimento e a carteira de encomendas reduziu-se de 14 para 10 semanas;
- Entre Abril de 2002 e Abril de 2003, a produção de energia baixou 10 por cento, a exportação diminuiu 39 por cento e a importação cresceu 15 por cento, destacando-se a diminuição do consumo de fuelóleo (menos 49 por cento).
Evidente
A execução orçamental do Estado, no período de Janeiro a Junho de 2003, face ao mesmo período do ano anterior, de acordo com o Ministério das Finanças, aponta para um abaixamento das cobranças do IRC (pago pelas empresas) em 25 por cento, em contraste com um aumento das receitas de IRS (pago quase na totalidade pelos trabalhadores por conta de outrem) em 5 por cento.