Utentes do Porto contra «Nova Rede»
O Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto (MUT-AMP) vai realizar, no dia 1 de Outubro, uma manifestação para assinalar os nove meses da «desastrada implementação» da «Nova Rede» da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP).
Nos meses de Agosto e Setembro, o MUT-AMP vai promover uma campanha de esclarecimento e mobilização em torno da defesa dos transportes públicos que satisfaça as necessidades dos cidadãos.
«O MUT-AMP vai prosseguir as suas actividades visando a defesa do inalienável direito à mobilidade dos utentes dos transportes públicos da Área Metropolitana de Porto e não se intimidará com pressões, constrangimentos e ameaças mobilizando os utentes na defesa dos seus direitos», evocaram, em conferência de imprensa, os utentes.
Dando razão à sua luta, o MUT-AMP promoveu, recentemente, um inquérito aos utentes da STCP com uma amostra significativa (1400 entrevistas validadas), em que 95 por cento dos inquiridos manifestaram o seu desagrado pela «Nova Rede» considerando que a mesma lhe tinha causado prejuízos pessoais.
«Os utentes sabem muito bem que o aumento das validações dos títulos de transporte não é indicador rigoroso que justifique o acréscimo do número de passageiros já que uma das características da «Nova Rede» foi a introdução da necessidade de transbordo resultante da extinção e encurtamento de percursos e itinerários», acentua o movimento de utentes, respondendo a «balanço falacioso» efectuado, entretanto, pelo Conselho de Administração da STCP.
Relativamente aos 200 autocarros movidos a gás natural e que são, por essa mesma razão, «amigos do ambiente», o MUT-AMP lamenta, no entanto, que há cada vez menos a servir a Baixa da cidade, logo as pessoas recorrem aos carros e acabam por poluir mais.
Nos meses de Agosto e Setembro, o MUT-AMP vai promover uma campanha de esclarecimento e mobilização em torno da defesa dos transportes públicos que satisfaça as necessidades dos cidadãos.
«O MUT-AMP vai prosseguir as suas actividades visando a defesa do inalienável direito à mobilidade dos utentes dos transportes públicos da Área Metropolitana de Porto e não se intimidará com pressões, constrangimentos e ameaças mobilizando os utentes na defesa dos seus direitos», evocaram, em conferência de imprensa, os utentes.
Dando razão à sua luta, o MUT-AMP promoveu, recentemente, um inquérito aos utentes da STCP com uma amostra significativa (1400 entrevistas validadas), em que 95 por cento dos inquiridos manifestaram o seu desagrado pela «Nova Rede» considerando que a mesma lhe tinha causado prejuízos pessoais.
«Os utentes sabem muito bem que o aumento das validações dos títulos de transporte não é indicador rigoroso que justifique o acréscimo do número de passageiros já que uma das características da «Nova Rede» foi a introdução da necessidade de transbordo resultante da extinção e encurtamento de percursos e itinerários», acentua o movimento de utentes, respondendo a «balanço falacioso» efectuado, entretanto, pelo Conselho de Administração da STCP.
Relativamente aos 200 autocarros movidos a gás natural e que são, por essa mesma razão, «amigos do ambiente», o MUT-AMP lamenta, no entanto, que há cada vez menos a servir a Baixa da cidade, logo as pessoas recorrem aos carros e acabam por poluir mais.