Há que explorar recursos
O deputado comunista Agostinho Lopes manifestou a «forte discordância» da sua bancada pela previsível entrega ao capital privado, subordinando-a aos seus interesses, da futura exploração da energia das ondas.
Esta posição foi recentemente assumida no debate de uma proposta de lei sobre a matéria, onde no entanto prevaleceu a avaliação no geral positiva do PCP quanto à ideia de aproveitar esta fonte de energia renovável, aberta pela tecnologia, sendo encarada como «útil» a existência de uma entidade gestora vocacionada, entre outras missões, para disciplinar as ligações à rede.
Onde as preocupações da bancada comunista surgem é no que se refere à possibilidade de entrega de mais este segmento energético aos privados, e mais concretamente às mãos de interesses estrangeiros, na linha das orientações neoliberais de privatização e liberalização do sector «sopradas por Bruxelas» e fielmente seguidas pelo Governo PS.
Agostinho Lopes, depois de instar o Governo a adoptar medidas de apoio que possibilitem neste capítulo da energia das ondas o desenvolvimento de uma tecnologia própria e nacional, manifestou ainda a sua discordância por a ligação à rede da energia produzida, segundo o desenho proposto no diploma, não ficar a cargo do promotor, expressando, por outro lado, a preocupação pela ausência de referência à necessidade de salvaguardar qualquer eventual conflito com outras actividades económicas, nomeadamente com o sector das pescas, o qual, exigiu, não pode ser prejudicado.
Esta posição foi recentemente assumida no debate de uma proposta de lei sobre a matéria, onde no entanto prevaleceu a avaliação no geral positiva do PCP quanto à ideia de aproveitar esta fonte de energia renovável, aberta pela tecnologia, sendo encarada como «útil» a existência de uma entidade gestora vocacionada, entre outras missões, para disciplinar as ligações à rede.
Onde as preocupações da bancada comunista surgem é no que se refere à possibilidade de entrega de mais este segmento energético aos privados, e mais concretamente às mãos de interesses estrangeiros, na linha das orientações neoliberais de privatização e liberalização do sector «sopradas por Bruxelas» e fielmente seguidas pelo Governo PS.
Agostinho Lopes, depois de instar o Governo a adoptar medidas de apoio que possibilitem neste capítulo da energia das ondas o desenvolvimento de uma tecnologia própria e nacional, manifestou ainda a sua discordância por a ligação à rede da energia produzida, segundo o desenho proposto no diploma, não ficar a cargo do promotor, expressando, por outro lado, a preocupação pela ausência de referência à necessidade de salvaguardar qualquer eventual conflito com outras actividades económicas, nomeadamente com o sector das pescas, o qual, exigiu, não pode ser prejudicado.