Festa da Fraternidade
Decorreu, no passado fim-de-semana, a Festa da Fraternidade, em Caldas das Taipas, no concelho de Guimarães. Fruto do trabalho voluntário, da dedicação, da consciência política e partidária dos comunistas das Taipas, a Festa, no seu segundo ano, foi alargada para dois dias, reafirmando a sua importância no panorama político e cultural do concelho de Guimarães, bem como a capacidade de organização e mobilização popular do PCP e da JCP.
No primeiro dia, dinamizado pela JCP e com um programa direccionado a um público mais jovem, cerca de 250 pessoas assistiram e apreciaram durante 3 horas o rock que se produz na cidade-berço. Ademir Martins, da JCP de Guimarães, numa pequena intervenção, resumiria o conteúdo da noite: «A luta também se faz com festa e alegria».
O segundo dia, com um programa mais tradicional minhoto e mais político, começou com a tarde infantil onde os mais pequenos participaram em jogos, fizeram desenhos e pinturas faciais.
Ao final da tarde, no espaço reservado aos livros, Sofia Horta fez a apresentação do romance O Tempo das Giestas, de José Casanova. Um romance que pretende contribuir para combater a campanha de branqueamento do fascismo. Seguiu-se uma sessão de autógrafos pelo autor.
Pelo palco começavam a tocar e cantar os «Pé de Feijão», um grupo vimaranense de música tradicional portuguesa, cuja actuação agradou às centenas de pessoas presentes e que, à medida que a noite se aproximava, foram crescendo em número e em animação. O recinto tornou-se pequeno e muitos ficaram à porta, do lado de fora.
Cândido Capela Dias, do Executivo da Comissão Concelhia de Guimarães do PCP, lembrando a situação social e económica vivida no concelho, alertou os presentes para os perigos de uma política que, conduzida pelo PS, agrada sobremaneira ao grande capital, como nenhuma outra agradou desde o 25 de Abril de 1974.
José Casanova trouxe à memória os tempos do fascismo e a luta que o PCP neles teve de desenvolver em condições difíceis. Fazendo a ponte para os nossos dias, o dirigente comunista chamou a atenção para alguns traços preocupantes na situação política actual, os quais, disse, sem poderem ser confundidos com as práticas do antes do 25 de Abril, revelam tiques de má memória.
Casanova referiu-se à Festa da Fraternidade como espaço aberto de convívio de comunistas e não comunistas, e trouxe à colação a Festa do Avante, que definiu como momento de camaradagem, de solidariedade, de convívio e de luta, na linha do combate dos trabalhadores e das populações por uma vida melhor, de que a Greve Geral de Maio e a grande manifestação de Julho, em Guimarães, foram os marcos mais significativos e de maior notoriedade, para os quais contribuíram muitas outras lutas de menor impacto mas nem por isso de menor importância.
O fim da festa foi animado por «Os Boémios», um grupo de música tradicional portuguesa, de Caldas das Taipas, que com a sua música fizeram a multidão cantar e dançar num ambiente de enorme alegria e amizade.
A festa foi um sucesso e para o ano está de volta, diz a organização de freguesia das Taipas do PCP.
No primeiro dia, dinamizado pela JCP e com um programa direccionado a um público mais jovem, cerca de 250 pessoas assistiram e apreciaram durante 3 horas o rock que se produz na cidade-berço. Ademir Martins, da JCP de Guimarães, numa pequena intervenção, resumiria o conteúdo da noite: «A luta também se faz com festa e alegria».
O segundo dia, com um programa mais tradicional minhoto e mais político, começou com a tarde infantil onde os mais pequenos participaram em jogos, fizeram desenhos e pinturas faciais.
Ao final da tarde, no espaço reservado aos livros, Sofia Horta fez a apresentação do romance O Tempo das Giestas, de José Casanova. Um romance que pretende contribuir para combater a campanha de branqueamento do fascismo. Seguiu-se uma sessão de autógrafos pelo autor.
Pelo palco começavam a tocar e cantar os «Pé de Feijão», um grupo vimaranense de música tradicional portuguesa, cuja actuação agradou às centenas de pessoas presentes e que, à medida que a noite se aproximava, foram crescendo em número e em animação. O recinto tornou-se pequeno e muitos ficaram à porta, do lado de fora.
Cândido Capela Dias, do Executivo da Comissão Concelhia de Guimarães do PCP, lembrando a situação social e económica vivida no concelho, alertou os presentes para os perigos de uma política que, conduzida pelo PS, agrada sobremaneira ao grande capital, como nenhuma outra agradou desde o 25 de Abril de 1974.
José Casanova trouxe à memória os tempos do fascismo e a luta que o PCP neles teve de desenvolver em condições difíceis. Fazendo a ponte para os nossos dias, o dirigente comunista chamou a atenção para alguns traços preocupantes na situação política actual, os quais, disse, sem poderem ser confundidos com as práticas do antes do 25 de Abril, revelam tiques de má memória.
Casanova referiu-se à Festa da Fraternidade como espaço aberto de convívio de comunistas e não comunistas, e trouxe à colação a Festa do Avante, que definiu como momento de camaradagem, de solidariedade, de convívio e de luta, na linha do combate dos trabalhadores e das populações por uma vida melhor, de que a Greve Geral de Maio e a grande manifestação de Julho, em Guimarães, foram os marcos mais significativos e de maior notoriedade, para os quais contribuíram muitas outras lutas de menor impacto mas nem por isso de menor importância.
O fim da festa foi animado por «Os Boémios», um grupo de música tradicional portuguesa, de Caldas das Taipas, que com a sua música fizeram a multidão cantar e dançar num ambiente de enorme alegria e amizade.
A festa foi um sucesso e para o ano está de volta, diz a organização de freguesia das Taipas do PCP.