China ultrapassa europeus
A China tornar-se-á este ano na terceira potência económica do mundo, logo a seguir ao Japão e aos Estados Unidos, deixando para trás, pela primeira vez, a poderosa Alemanha.
Depois de, em 2005, o país do Sol Nascente ter ultrapassado a França e o Reino Unido, os dados relativos ao primeiro semestre indicam que o Produto Interno Bruto irá superar os 3 100 mil milhões de dólares, enquanto a Alemanha ficará abaixo dos 3 000 mil milhões.
Segundo um relatório do governo chinês, divulgado dia 19, o PIB registou na primeira metade do ano um crescimento de 11,5 por cento, taxa que no segundo trimestre atingiu os 11,9 por cento, a mais elevada dos últimos 12 anos.
Os investimentos em capital fixo aumentaram 25,9 por cento, enquanto a inflação se situou nos 3,2 por cento.
Para refrear o crescimento da economia e prevenir uma explosão inflaccionista, as autoridades chinesas procederam a duas subidas sucessivas das taxas de juro, cinco aumentos das taxas de reserva obrigatórias dos bancos, para limitar o crédito, e alterações fiscais para travar as exportações.
Depois de, em 2005, o país do Sol Nascente ter ultrapassado a França e o Reino Unido, os dados relativos ao primeiro semestre indicam que o Produto Interno Bruto irá superar os 3 100 mil milhões de dólares, enquanto a Alemanha ficará abaixo dos 3 000 mil milhões.
Segundo um relatório do governo chinês, divulgado dia 19, o PIB registou na primeira metade do ano um crescimento de 11,5 por cento, taxa que no segundo trimestre atingiu os 11,9 por cento, a mais elevada dos últimos 12 anos.
Os investimentos em capital fixo aumentaram 25,9 por cento, enquanto a inflação se situou nos 3,2 por cento.
Para refrear o crescimento da economia e prevenir uma explosão inflaccionista, as autoridades chinesas procederam a duas subidas sucessivas das taxas de juro, cinco aumentos das taxas de reserva obrigatórias dos bancos, para limitar o crédito, e alterações fiscais para travar as exportações.