Por uma paz justa!
O Partido do Povo da Palestina e o Partido Comunista de Israel promoveram, entre 2 e 5 de Junho, uma conferência internacional sobre a ocupação israelita dos territórios palestinianos.
Só a solução de dois estados permitirá a paz no Médio Oriente
Na conferência participaram delegações de diversos países europeus, bem como da Austrália, dos Estados Unidos da América e da Índia. De Portugal, esteve presente o PCP, por intermédio do deputado Jorge Machado, e o Conselho Português para a Paz e Cooperação, que representava também o Conselho Mundial da Paz.
Para os partidos promotores da conferência, a solução para o problema palestiniano tem que assentar na coexistência de dois estados, o de Israel e o da Palestina, nas fronteiras anteriores a 5 de Junho de 1967, quando o Exército Israelita ocupou os territórios árabes de Jerusalém Leste, da Faixa de Gaza e da Cisjordânia.
Na declaração final da conferência, que recolheu os contributos das delegações presentes, foram reafirmadas algumas exigências fundamentais para a paz na região: o fim da ocupação israelita, o desmantelamento dos colonatos, a remoção do muro de separação, a resolução do problema dos refugiados palestinianos e o estabelecimento do Estado da Palestina dentro das fronteiras de 4 de Junho de 1967, com Jerusalém Leste como capital.
Do programa da «Iniciativa de Jerusalém» fizeram ainda parte visitas ao muro da separação, acções de contacto com associações e personalidades palestinianas, reuniões com movimentos de paz israelitas e um encontro com deputados palestinianos no Parlamento, em Ramallah. Neste encontro, em que participaram o ministro da cultura do governo de unidade nacional palestiniano, o presidente da Assembleia Legislativa Palestiniana e deputados de diversos partidos, foi informado que dos 132 deputados eleitos, 45 encontram-se presos em Israel, bem como dois ministros e 68 presidentes de autarquias.
Foi ainda realizada uma marcha ao monumento ao soldado desconhecido, em Jerusalém, em honra dos palestinianos mortos desde 1948.
Para os partidos promotores da conferência, a solução para o problema palestiniano tem que assentar na coexistência de dois estados, o de Israel e o da Palestina, nas fronteiras anteriores a 5 de Junho de 1967, quando o Exército Israelita ocupou os territórios árabes de Jerusalém Leste, da Faixa de Gaza e da Cisjordânia.
Na declaração final da conferência, que recolheu os contributos das delegações presentes, foram reafirmadas algumas exigências fundamentais para a paz na região: o fim da ocupação israelita, o desmantelamento dos colonatos, a remoção do muro de separação, a resolução do problema dos refugiados palestinianos e o estabelecimento do Estado da Palestina dentro das fronteiras de 4 de Junho de 1967, com Jerusalém Leste como capital.
Do programa da «Iniciativa de Jerusalém» fizeram ainda parte visitas ao muro da separação, acções de contacto com associações e personalidades palestinianas, reuniões com movimentos de paz israelitas e um encontro com deputados palestinianos no Parlamento, em Ramallah. Neste encontro, em que participaram o ministro da cultura do governo de unidade nacional palestiniano, o presidente da Assembleia Legislativa Palestiniana e deputados de diversos partidos, foi informado que dos 132 deputados eleitos, 45 encontram-se presos em Israel, bem como dois ministros e 68 presidentes de autarquias.
Foi ainda realizada uma marcha ao monumento ao soldado desconhecido, em Jerusalém, em honra dos palestinianos mortos desde 1948.