Insegurança rodoviária
As empresas de transporte público rodoviário estão a utilizar autocarros importados, com idade avançada e os motoristas trabalham em excesso, pondo em perigo a segurança nas estradas, afirmou, dia 15, o dirigente da Federação dos Transportes Rodoviários e Urbanos, Festru/CGTP-IN, Vítor Pereira, numa conferência de imprensa, na sede do Sindicato Rodoviário de Aveiro, em Oliveira de Azeméis.
Na região Entre Douro e Vouga, a Autoviação Feirense, a Caima Transportes e a Autoviação de Espinho têm a circular viaturas com mais de 20 anos que quando vieram para Portugal estavam listadas para abate nos países de origem e a situação está generalizada por todo o País, denunciou o dirigente sindical, citado pela Lusa.
Para exemplificar a crescente precariedade no sector, Vítor Pereira referiu a Transdev Centro que contrata motoristas a prazo que acumulam demasiadas horas de serviço. A Festru lamenta que a Inspecção Geral do Trabalho e a Direcção-Geral de Transportes Terrestres não actuem.
Já no dia 17, a federação, comentando a morte de mais um motorista de mercadorias, na auto-estrada do Norte, em Albergaria, na noite anterior, ao considerar que o acidente pode ter sido motivado por sonolência, a Festru revelou que escreveu ao ministro da Administração Interna. Perguntou qual era a carga horária do motorista falecido, quais as causas do acidente e quais as formas de pagamento deste e dos restantes motoristas da mesma empresa.
Na região Entre Douro e Vouga, a Autoviação Feirense, a Caima Transportes e a Autoviação de Espinho têm a circular viaturas com mais de 20 anos que quando vieram para Portugal estavam listadas para abate nos países de origem e a situação está generalizada por todo o País, denunciou o dirigente sindical, citado pela Lusa.
Para exemplificar a crescente precariedade no sector, Vítor Pereira referiu a Transdev Centro que contrata motoristas a prazo que acumulam demasiadas horas de serviço. A Festru lamenta que a Inspecção Geral do Trabalho e a Direcção-Geral de Transportes Terrestres não actuem.
Já no dia 17, a federação, comentando a morte de mais um motorista de mercadorias, na auto-estrada do Norte, em Albergaria, na noite anterior, ao considerar que o acidente pode ter sido motivado por sonolência, a Festru revelou que escreveu ao ministro da Administração Interna. Perguntou qual era a carga horária do motorista falecido, quais as causas do acidente e quais as formas de pagamento deste e dos restantes motoristas da mesma empresa.